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Bairro Porteño (Parque Patricios) (part. Oscar Serpa)

Osvaldo Fresedo

Barrio Porteño (Parque Patricios) (part. Oscar Serpa)

Perdoná barrio porteño
Que al correr tu vista tanto
Voy vencido por la vida
Y en tu angustia así soñar

Vuelvo atrátrayendo
En mis sienes
Marcadas las asechanzas
De esá noche tormentosa
De mi loco divagar

Han pasado muchos años
Y esa amargura infinita
La que traigo dentro 'el pecho
Desangrando el corazón

Apagada para siempre
De tu cielo mí estrellita
El regreso es un sollozo
Y una profunda emoción

Mí acento ya no tiene
Sus tauras expresiones
Con que cantaba al barrio
En horas del ayer

Por eso mí guitarra
Silencia su armonía
En esta noche ingrata
De mi triste volver

Bairro Porteño (Parque Patricios) (part. Oscar Serpa)

Desculpa, bairro porteño
Que ao correr teu olhar tanto
Estou vencido pela vida
E em tua angústia assim sonhar

Volto trazendo
Em minhas têmporas
Marcadas as armadilhas
Daquele noite tempestuosa
Do meu louco divagar

Já se passaram muitos anos
E essa amargura infinita
Que trago dentro do peito
Desangrando o coração

Apagada para sempre
Do teu céu, minha estrelinha
O retorno é um soluço
E uma profunda emoção

Meu sotaque já não tem
Suas duras expressões
Com que cantava ao bairro
Nas horas do passado

Por isso minha guitarra
Silencia sua harmonia
Nesta noite ingrata
Do meu triste voltar

Composição: Héctor Demattei