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É Costume ou É Carinho (part. Carlos Mayel)

Osvaldo Fresedo

Es Costumbre O Es Cariño (part. Carlos Mayel)

Yo sé bien que no debiera
Acordarme más de vos
Sin embargo, si supieras
Como sufro por tu amor

Hago mal en confesarlo
Pero ya no sé qué hacer
Quiero romper tu embrujo
Y olvidarte
Pero al nombrarte
Quiero volver

¿Es costumbre o es cariño?
¿Quién lo puede establecer?
¿Es costumbre o es cariño?
Esté atroz deseo de volver

De volver aunque me digan
Los muchachos
No la busques
De volver aunque me siga
La sospecha, que otro tenés

Si pudiera hacerme a un lao'
Y ver resignao', mujer
Qué otro afecto te retiene
Pero que
No puedo hacerme a un lao'
Tu amor endiablao'
Me va a enloquecer

É Costume ou É Carinho (part. Carlos Mayel)

Eu sei bem que não devia
Me lembrar mais de você
Mas, se soubesse
Como eu sofro por seu amor

Eu faço mal em confessar
Mas já não sei o que fazer
Quero quebrar seu feitiço
E te esquecer
Mas ao te nomear
Quero voltar

É costume ou é carinho?
Quem pode estabelecer?
É costume ou é carinho?
Esse desejo atroz de voltar

De voltar, mesmo que me digam
Os caras
Não a procure
De voltar, mesmo que me siga
A suspeita, que você tem outro

Se eu pudesse me afastar
E ver resignado, mulher
Que outro afeto te retém
Mas não
Consigo me afastar
Seu amor endiabrado
Vai me enlouquecer

Composição: Enrique Cadícamo