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Che Cristóbal (part. Miguel Montero)

Osvaldo Pugliese

Letra

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Che Cristóbal (part. Miguel Montero)

A pedido de tus viejos
Vengo hablarte che Cristóbal
Para que cambies la pua
De tu membrana mental

Porque desde que naciste
Estás rayando ese disco
Que te dice agarra el pico
Y ponete a laburar

Cómo amigo te aconsejo
Que dejes de aplanar calles
Enfila para otro rumbo
Tu descentrado timon

Porque tú vida navega
Por un mundo ya explorado
Y sos grande che Cristóbal
Pa' vivir de explorador

Che Cristóbal a tus viejos
No le causes más quebrantos
Vos sabes te quieren tanto
Brindale satisfacción

Caradura
Deshacete de esa noria
De mentiras
Que constante yira y Yira
En tu lengua sin parar

Vagoneta
Por tu culpa y tú real ideología
Está ausente la alegría
En el seno de tu hogar

A vos no te da vergüenza
Que todo el barrio comenté
Que a las seis de la mañana
Con tu viejo te encontras

Mientras el se va pa'l' laburo
Por esa calle de siempre
Vos cómo un hierro sin temple
Regresas de trasnochar

Todavía estás a tiempo
Pa' buscar otro camino
Otro Sol en tu destino
Puede venirte alumbrar

Hacele el gusto a los viejos
Abrí las puertas del alma
Y ese mal que te aprisiona
Para siempre lo largas

Ei Cristóvão (part. Miguel Montero)

A pedido dos teus pais
Venho falar contigo, ei Cristóvão
Para que mudes a agulha
Da tua membrana mental

Porque desde que nasceste
Estás arranhando esse disco
Que te diz pega no batente
E põe-te a trabalhar

Como amigo te aconselho
Que deixes de aplainar ruas
Segue por outro rumo
Teu timão desgovernado

Porque tua vida navega
Por um mundo já explorado
E és grande, ei Cristóvão
Para viver de explorador

Ei Cristóvão, não cause mais desgostos aos teus pais
Tu sabes que te querem tanto
Proporcione-lhes satisfação

Cara de pau
Desfaz-te desse carrossel
De mentiras
Que gira constantemente
Em tua língua sem parar

Vagabundo
Por tua culpa e tua real ideologia
Está ausente a alegria
No seio do teu lar

Não tens vergonha
Que todo o bairro comente
Que às seis da manhã
Estás com teu pai
Enquanto ele vai para o trabalho
Pela mesma rua de sempre
Tu, como um ferro sem tempero
Voltas de madrugada

Ainda estás a tempo
Para buscar outro caminho
Outro Sol no teu destino
Pode vir te iluminar

Faz o gosto aos teus pais
Abre as portas da alma
E esse mal que te aprisiona
Para sempre o libertas

Composição: Roberto Vallejos. Essa informação está errada? Nos avise.

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