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Maleza (part. Alberto Morán)
Osvaldo Pugliese
Erva Daninha (part. Alberto Morán)
Maleza (part. Alberto Morán)
Se a ausênciaSi la ausencia
Ele fechou o portão para mimMe cerró su portón
Com fechaduras de esquecimentoCon cerrojos del olvido
Se a sua aldrava brincalhona é tão duraSi es tan duro su aldabón juguetón
Eu nem sei porque vimYo ni se porque he venido
As ervas daninhas do jardimLa maleza del jardín
E as ruínas da sacadaY las ruinas del balcón
Eles me machucaram com seu baçoMe lastiman con su esplin
Se sua mão não estiver mais láSi su mano ya no está
Se no sonho do meu esforçoSi en el sueño de mi empeño
Mais ervas daninhas crescerãoMás maleza crecerá
Foi a falta de jeito do meu amorFue torpeza de mi amor
Zelo amargo que cobriaCelo amargo que cubria
Minha vidaLa vida mía
A vegetação rasteira escura da minha loucuraMaleza obscura de mi locura
Como um venenoComo un veneno
Lento e cheioLento y lleno
De dor e ressentimentoDe dolor y rencor
Ervas daninhas vãs do coraçãoMaleza vana del corazón
Como enferrujar suas persianasCómo el herrumbre de su persiana
Como o musgo que cresceuCómo el musgo que creció
Como o mal que fechou sua janelaCómo el mal que su ventana cerró



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