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Olhos Malandros (part. Roberto Chanel)

Osvaldo Pugliese

Ojos Maulas (part. Roberto Chanel)

Lloran las guitarras
Con suaves acordés
Arden los fogones
Con luz de ilusión

Y hay dos ojos maulas
Que ingratos se esconden
De un mozo tostado
Más lindo que el Sol

El sabe el secreto
Que guarda en su pecho
La infiel paisanita
Que lo trastorno

Y canta empañando
De penas y versos
Los tristes recuerdos
De un día de amor

Fue una mañanita
Te acordás mi china
Cuando la puntita del Sol asomó

Te encontré solita
Allá en las glicinas
Vos me diste un beso
Y mil te di yo

Te acordás mi china
Que amor nos juramos
Y nos abrazamos
Con honda pasión

Y después que pronto
Se hicieron cenizas
Las dulces caricias
De aquella ilusión

Olhos Malandros (part. Roberto Chanel)

Choram as guitarras
Com acordes suaves
Ardem as fogueiras
Com luz de ilusão

E há dois olhos malandros
Que ingratos se escondem
De um rapaz bronzeado
Mais lindo que o Sol

Ele sabe o segredo
Que guarda em seu peito
A infiel camponesa
Que o perturbou

E canta embaçando
De tristezas e versos
As lembranças tristes
De um dia de amor

Foi uma manhãzinha
Você se lembra, minha china
Quando a pontinha do Sol apareceu

Te encontrei sozinha
Lá nas glicínias
Você me deu um beijo
E mil te dei eu

Você se lembra, minha china
Que amor juramos
E nos abraçamos
Com profunda paixão

E depois que logo
Se tornaram cinzas
As doces carícias
Daquela ilusão

Composição: Alfredo Faustino Roldán