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O Barão das Flores

Otello Profazio

Il barone dei fiori

Requiem aeternam da a iddhu, signuri
O' baruni di ciuri
L'hannu ammazzatu a corpi di lupara
Era tantu bónu 'u baruni di ciuri
Ma l'hannu ammazzatu, ammazzatu, Signuri!

Aveva imparato dai gangster
Il sistema dei racket
Imponeva il prezzo dei fiori
Imponeva il prezzo di market

Requiem aeternam da a iddhu, signuri
O' baruni di ciuri
L'hannu ammazzatu a corpi di lupara
Era tantu bónu 'u baruni di ciuri
Ma l'hannu ammazzatu, ammazzatu, Signuri!

'Na machina curriva comu pazza!
Si vittiru nisciru i canni muzzi!
E, tempu nenti, si trovau 'u baruni
Ca' testa fracassata ammenzu i ciuri

Requiem aeternam da a iddhu, signuri
O' baruni di ciuri
L'hannu ammazzatu a corpi di lupara
Era tantu bónu 'u baruni di ciuri
Ma l'hannu ammazzatu, ammazzatu, Signuri!

C'era tantu donni a li barcuni
C'eranu tant'ómini e' portuni
Ma nuddhu vitti nenti
Nuddhu sentiu nenti

Omertá, omertá!

O Barão das Flores

Requiem aeternam pra ele, senhor
O barão das flores
O mataram com corpo de arma
Era tão bom o barão das flores
Mas o mataram, mataram, senhor!

Ele aprendeu com os gangster
O esquema dos esquemas
Impunha o preço das flores
Impunha o preço do mercado

Requiem aeternam pra ele, senhor
O barão das flores
O mataram com corpo de arma
Era tão bom o barão das flores
Mas o mataram, mataram, senhor!

Um carro corria como um louco!
Se viram saindo os canos cortados!
E, em pouco tempo, encontraram o barão
Com a cabeça quebrada entre as flores

Requiem aeternam pra ele, senhor
O barão das flores
O mataram com corpo de arma
Era tão bom o barão das flores
Mas o mataram, mataram, senhor!

Havia tantas mulheres nas varandas
Havia tantos homens nos portões
Mas ninguém viu nada
Ninguém ouviu nada

Omertá, omertá!