Argilla Pt. 2
La libertà non è mai stata gratis per nessuno
Da quando l'uomo ha cominciato a ragionare - lui
Doveva conquistarsela con le sue forze o
Pagare una quota parrocchiale
Nei limiti han cercato in tutti i modi di convincerci
Che non c'è scampo e nell'uniformarsi
Si trovano parole che diventano accessibili
Per tutta questa massa a denti stretti
Ricordo quando gli altri non capivano le manipolazioni
Belli, ricchi e sempre giovani
È così che ci vorrebbero anonimi e preconfezionati
In pacchi bomba di cui siamo i destinatari
E continuiamo a comperare cose inutili
Nell'inseguire a vuoto tutti gli stereotipi
Perdiamo d'occhio il gusto per le cose semplici
Per godere di tutti i momenti magici
Argilla plasmata su di un mondo che non mi assomiglia
(non è proprio come lo vorrei, ed è per questo che lo cambierei)
Argilla più cerchi di cambiare e più ti cambia
(e cambia l'atmosfera tutt'intorno, nella speranza di cambiarci dentro)
Un'occhio vigile ci spia in ogni momento
E piccoli fratelli fanno come il grande stronzo
Del resto con la noia vinta a colpi di Playstation
Li chiudi dalla porta e sembra tutto a posto
Ci hanno resi schiavi dell'iperproduzione
Rincoglionirci tutti sembra questa l'intenzione
Incatenarci a cannoni il cui solo obiettivo
È creare nuovi poveri e silenzio garantito
Spiare tutto quanto è la nuova malattia
Per vivere una vita che non è mai stata tua
Diverso, mi sento diverso per questo contesto
L'assurdo scenario che ci si prospetta
Le divise sono tutte uguali e gli accessori
Ti fanno capire come ti puoi persuadere
Quando disperato vai in cerca delle risposte
Puoi trovare legnate oppure chiese aperte
Argilla plasmata su di un mondo che non mi assomiglia
(non è proprio come lo vorrei, ed è per questo che lo cambierei)
Argilla più cerchi di cambiare e più ti cambia
(e cambia l'atmosfera tutt'intorno, nella speranza di cambiarci dentro)
Argila Pt. 2
A liberdade nunca foi de graça pra ninguém
Desde que o homem começou a pensar - ele
Teve que conquistá-la com suas próprias forças ou
Pagar uma taxa de paróquia
Nos limites tentaram de todas as formas nos convencer
Que não há escapatória e na uniformidade
Encontram palavras que se tornam acessíveis
Para toda essa massa com dentes cerrados
Lembro quando os outros não entendiam as manipulações
Bonitos, ricos e sempre jovens
É assim que eles nos querem anônimos e pré-fabricados
Em pacotes bomba dos quais somos os destinatários
E continuamos comprando coisas inúteis
Na busca vazia por todos os estereótipos
Perdemos de vista o gosto pelas coisas simples
Para aproveitar todos os momentos mágicos
Argila moldada em um mundo que não me reflete
(não é bem como eu gostaria, e é por isso que eu mudaria)
Argila quanto mais você tenta mudar, mais ela muda você
(e muda a atmosfera ao redor, na esperança de nos mudar por dentro)
Um olho vigilante nos espiona a todo momento
E os pequenos irmãos fazem como o grande idiota
Aliás, com o tédio vencido a golpes de Playstation
Você os fecha pela porta e parece que tá tudo certo
Nos tornaram escravos da hiperprodução
Parece que essa é a intenção: nos deixar burros
Nos acorrentar a canhões cujo único objetivo
É criar novos pobres e garantir o silêncio
Espionar tudo é a nova doença
Para viver uma vida que nunca foi sua
Diferente, me sinto diferente por causa desse contexto
O cenário absurdo que se apresenta
As fardas são todas iguais e os acessórios
Te fazem entender como você pode se persuadir
Quando desesperado vai em busca das respostas
Você pode encontrar porrada ou igrejas abertas
Argila moldada em um mundo que não me reflete
(não é bem como eu gostaria, e é por isso que eu mudaria)
Argila quanto mais você tenta mudar, mais ela muda você
(e muda a atmosfera ao redor, na esperança de nos mudar por dentro)