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Controlados

Ouverso

Letra

    Sobe um controle está a minha vida
    Dominado por ouro me perco nessa trilha
    Trago a vasilha, para ter mais sorvete feito de sorte
    O homem que me cria diz: coma pra ficar mais forte

    Me agradando com o que está no meu conceito
    Mas na verdade, não passa de um excremento
    Me colocando em frente a tv
    Minha cabeça vira uma privada mas eu sei quem é você

    Sou ali baba e você, quarenta ladrões
    Meu sofrimento sua sorte, e os perdidos seus foliões
    Fazendo ganância parceira do coração
    Vendendo falsa verdade por grão de comissão

    Federação de uma luta, mas, remota
    Onde sou o peão calçado com um par de botas
    Já gastas, porque o dono morreu sem armas
    Mas nesse tempo elas são minhas palavras

    Diz ai!, quando essa corda soltar
    Marionetes decidirem falar, andar, guerrear
    Diz ai! quando esse boneco mudar
    E criar, novas cabeças, para revolucionar

    Acostumados a tomar leite na mamadeira
    Uma cama quente, que quando acaba é de repente
    Brincadeiras, besteiras, larga de baboseira,
    Esqueça, venha honrar sua bandeira

    País livre, eu finjo que acredito, e fingem ser verdade
    E todos contente com essa beldade
    Controle está em cima da mesa
    O menos morto, fará parte dessa nobreza

    Medalha dedicada ao presidente
    E ao soldado, um par de botas parece decente
    Sorrisos em volta de um rapaz nada contente
    Tantos olhares mostram que não é o suficiente

    Lembrança de uma bala, no aconchego de um peito
    Sumindo um genitor, para um sorriso de um suspeito
    Estão indo falar sobre nosso mundo perfeito
    Fechem as janelas, para que descansem em seu leito

    Diz ai!, quando essa corda soltar
    Marionetes decidirem falar, andar, guerrear
    Diz ai! quando esse boneco mudar
    E criar, novas cabeças, para revolucionar

    Controlados, um passo e já estão do outro lado
    A lábia mais bonita te leva sem beijo e abraço
    Falta de informação nos leva para o lado errado
    Preso em uma caixa fechada com pouco espaço

    As vezes abrem tiram teu sangue,
    Seu pensamento, trancado a sete chaves
    É tão constante, ser manipulado por belas frases
    Jogadas de mestre, e se tornam infinitas fases

    Vidas perfeitas indo para o buraco
    Hora da janta, meu alimento cultivado
    Salada de lembranças, com azeite do meu passado
    Pra não descer seco, suco de olhar amargo

    Alimento perfeito, para um segmento
    De um futuro de respeito, para o próximo sujeito
    Que tentar se livrar, do que não se pode acusar
    É difícil lutar, para quem se mostrar
    Ou pensar em mudar, tentar igualar
    O sistema, onde meninos não podem jogar

    Diz ai!, quando essa corda soltar
    Marionetes decidirem falar, andar, guerrear
    Diz ai! quando esse boneco mudar
    E criar, novas cabeças, para revolucionar


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