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No Fundo de uma Gaveta

Pablo Abraira

En El Fondo de un Cajón

En el fondo de un cajón
escondida en un rincón
surges por casualidad
llegas sin avisar.

Siempre queda algo detrás
que me obliga a no olvidar
que sigues estando en mi
y que aún el aire huele a ti.

Tú, no has salido de mi
tú, el principio y el fin
de mi vida,
que sin ti, es sobrevivir.

Vives en cada rincón
qún se puede oir tu voz
cosas que escuché de ti
y hoy sin pensar repito yo.

Hoy surgiste una vez más
para hacerme recordar
que desde que tú no estás
hay algo en mi que no es verdad.

Tú, no has salido de mi
tú, el principio y el fin
de mi vida,
que sin ti, es sobrevivir
de mi vida con lo que aprendí
lo que amé y conocí.

Tú, no has salido de mi
tú, el principio y el fin
tú, sigues estando aquí
en mi vida, que sin ti es sobrevivir
en mi vida lo que aprendí
lo que amé y conocí.

No Fundo de uma Gaveta

No fundo de uma gaveta
escondida em um canto
você surge por acaso
chega sem avisar.

Sempre fica algo pra trás
que me faz não esquecer
que você ainda está em mim
e que o ar ainda tem seu cheiro.

Você, não saiu de mim
você, o começo e o fim
da minha vida,
que sem você, é só sobreviver.

Você vive em cada canto
que se pode ouvir sua voz
coisas que ouvi de você
e hoje sem pensar, eu repito.

Hoje você apareceu de novo
pra me fazer lembrar
que desde que você não está
há algo em mim que não é verdade.

Você, não saiu de mim
você, o começo e o fim
da minha vida,
que sem você, é só sobreviver
da minha vida com o que aprendi
o que amei e conheci.

Você, não saiu de mim
você, o começo e o fim
você, continua aqui
na minha vida, que sem você é só sobreviver
na minha vida o que aprendi
o que amei e conheci.

Composição: Pablo Abraira