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Algo de mim

Pablo Alborán

Algo de mí

Me estoy dando cuenta de las cosas que hice mal
La culpa me alimenta con trocitos de cristal
Te quiero buscar para decirte que lo siento
Todo lo que destruí me mata por dentro

Algunos me avisaron que me arrepentiría
Supongo que querían evitar mi caída
Ya no sé si quieres algo de mí

Quiero apagar la luz de toda mi cabeza
Volver a aquella charla con nuestra cerveza
La primera caricia debajo la mesa
Atarme a ti antes de que desaparezcas

Una y otra vez, besarnos y tocarnos y arrancarnos la ropa
Pedirme que no pare, que no añada una coma
Y ahora tengo miedo de decirte hola
No sé si a un tipo como yo se le perdona

Me estoy dando cuenta de lo torpe que fui
La vida no es un curso que se pueda repetir
Te quiero mirar a los ojitos como antes
Que vuelvas a creer que juntos somos gigantes

Algunos me avisaron que me arrepentiría
Supongo que querían evitar mi caída
Ya no sé si quieres algo de mí

Quiero apagar la luz de toda mi cabeza
Volver a aquella charla con nuestra cerveza
La primera caricia debajo la mesa
Atarme a ti antes de que desaparezcas

Una y otra vez, besarnos y tocarnos y arrancarnos la ropa
Pedirme que no pare, que no añada una coma
Y ahora tengo miedo de decirte hola
No sé si a un tipo como yo se le perdona

(Besarnos y tocarnos y arrancarnos la ropa)
(Pedirme que no pare, que no añada una coma)
(Y ahora tengo miedo de decirte hola)
(No sé si a un tipo como yo–)

Algunos me avisaron que me arrepentiría
Supongo que querían evitar mi caída
Ya no sé si quieres algo de mí

Quiero apagar la luz de toda mi cabeza
Volver a aquella charla con nuestra cerveza
La primera caricia debajo la mesa
Atarme a ti antes de que desaparezcas

Una y otra vez, besarnos y tocarnos y arrancarnos la ropa
Pedirme que no pare, que no añada una coma
Y ahora tengo miedo de decirte hola
No sé si a un tipo como yo se le perdona

Algo de mim

Estou começando a perceber as coisas que fiz errado
A culpa me alimenta com pedacinhos de vidro
Quero te procurar para dizer que sinto muito
Tudo o que destruí me mata por dentro

Alguns me avisaram que eu me arrependeria
Imagino que queriam evitar a minha queda
Já não sei se você quer algo de mim

Quero apagar a luz de toda a minha cabeça
Voltar àquela conversa com a nossa cerveja
A primeira carícia debaixo da mesa
Me amarrar a você antes que você desapareça

De novo e de novo, nos beijar e nos tocar e arrancar a roupa
Você me pedindo para não parar, para não acrescentar uma vírgula
E agora eu tenho medo de dizer oi
Não sei se um cara como eu pode ser perdoado

Estou percebendo o quanto fui burro
A vida não é um caminho que dá pra percorrer de novo
Quero olhar nos seus olhinhos como antes
Que você volte a acreditar que juntos somos gigantes

Alguns me avisaram que eu me arrependeria
Imagino que queriam evitar a minha queda
Já não sei se você quer algo de mim

Quero apagar a luz de toda a minha cabeça
Voltar àquela conversa com a nossa cerveja
A primeira carícia debaixo da mesa
Me amarrar a você antes que você desapareça

De novo e de novo, nos beijar e nos tocar e arrancar a roupa
Você me pedindo para não parar, para não acrescentar uma vírgula
E agora eu tenho medo de dizer oi
Não sei se um cara como eu pode ser perdoado

(Nos beijar e nos tocar e arrancar a roupa)
(Você me pedindo para não parar, para não acrescentar uma vírgula)
(E agora eu tenho medo de dizer oi)
(Não sei se um cara como eu–)

Alguns me avisaram que eu me arrependeria
Imagino que queriam evitar a minha queda
Já não sei se você quer algo de mim

Quero apagar a luz de toda a minha cabeça
Voltar àquela conversa com a nossa cerveja
A primeira carícia debaixo da mesa
Me amarrar a você antes que você desapareça

De novo e de novo, nos beijar e nos tocar e arrancar a roupa
Você me pedindo para não parar, para não acrescentar uma vírgula
E agora eu tenho medo de dizer oi
Não sei se um cara como eu pode ser perdoado

Composição: Pablo Alborán