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Escravo da Solidão

Pablo Perea

Esclavo de La Soledad

Un viejo hotel, la luz de un nuevo amanecer
Dan color a los recuerdos que tras de mi dejé
Las cosas que ayer aprendí casi sin querer
Las llevo guardadas muy dentro, bajo mi piel
Un sueño más, que me empuja hacia la libertad
No pierdas tiempo en preguntar,
No persigas lo que no existe ya,
..... no me encontrarás ...

Esclavo de la soledad, tu me enseñaste a ser;
Donde esté mi coche, está mi hogar
Esclavo de la soledad, ya me acostumbré
Y la verdad que no se está tan mal

Un día te dije: "con el sol me marcharé...
No quiero sentir tus cadenas", hoy me voy, ya lo ves
Y tu te burlabas pensando que no me iba a atrever
Tu sonrisa alimentaba mis ansias de marcharme y no volver
Cuando me encerrabas más, más me empujabas hacia la libertad
No pierdas tiempo en preguntar,
No persigas lo que no existe ya,
... no me encontrarás ...

Esclavo de la soledad, tu me enseñaste a ser;
Donde esté mi coche, está mi hogar
Esclavo de la soledad, ya me acostumbré
Y la verdad que no se está tan mal

Ahora en este viejo hotel veo tu fantasma en la pared
Mis lágrimas son gotas de alcohol,
Y ahora las llaves de mi corazón
A quien se las daré...

Esclavo de la soledad, tu me enseñaste a ser;
Donde esté mi coche, está mi hogar
Esclavo de la soledad, ya me acostumbré,
Y la verdad que no se está tan mal.

Escravo da Solidão

Um velho hotel, a luz de um novo amanhecer
Dão cor às lembranças que deixei pra trás
As coisas que aprendi ontem quase sem querer
As guardo bem dentro, sob minha pele
Um sonho a mais, que me empurra pra liberdade
Não perca tempo em perguntar,
Não persiga o que já não existe mais,
... não me encontrarás ...

Escravo da solidão, você me ensinou a ser;
Onde estiver meu carro, é meu lar
Escravo da solidão, já me acostumei
E a verdade é que não é tão ruim assim

Um dia eu te disse: "com o sol eu vou embora...
Não quero sentir suas correntes", hoje eu vou, já viu
E você ria achando que eu não ia ter coragem
Seu sorriso alimentava minha vontade de ir e não voltar
Quando você me trancava mais, mais me empurrava pra liberdade
Não perca tempo em perguntar,
Não persiga o que já não existe mais,
... não me encontrarás ...

Escravo da solidão, você me ensinou a ser;
Onde estiver meu carro, é meu lar
Escravo da solidão, já me acostumei
E a verdade é que não é tão ruim assim

Agora, neste velho hotel, vejo seu fantasma na parede
Minhas lágrimas são gotas de álcool,
E agora as chaves do meu coração
A quem eu vou dar...

Escravo da solidão, você me ensinou a ser;
Onde estiver meu carro, é meu lar
Escravo da solidão, já me acostumei,
E a verdade é que não é tão ruim assim.