Historia En Mis Malvoro
Señora nicotina
Tu dulce compañía
Mi sangre contamina
Lo sé
Mientras haya sequía
Mis lágrimas te guían
Dame agua cristalina
Tu ser
Señora nicotina
Tu dulce compañía
Mi sangre contamina
Lo sé
Mientras haya sequía
Mis lágrimas te guían
Dame agua cristalina
Tu ser
Musa si eres tú déjame invitarte un cigarro
Son Marlboro natural, no soy fan de los mentolados
Tienes fuego, el mío lo dejé olvidado
No hablo del encendedor, ese siempre lo tengo bien guardado
Todo lo que me ha pasado, dime, fue mi culpa
O porque se oyen pasos de alguien que no llega nunca
Desnúdame melancolía, erízame la nuca, inspírame que escribiré mis lágrimas nocturnas
Quise probar la debilidad de los mortales
Quise mirar en tu desierto auroras boreales
Tuve peleas por tu carne con los animales
Y los problemas hacen que los cigarros se acaben
Sin darme cuenta llevo tres hablándote de esto
Explicando mi sentir y el porqué estoy molesto
Aguantando mi llanto mientras el puño aprieto
Y mi rabia tragando mientras el cuarto prendo
Estoy de acuerdo, la vida está jodida
Ahora suena más loco amar que quitar una vida
Por eso el mundo está lleno de putos genocidas
Dejé de contar los años para contar mis heridas
Dime cuántas monedas te dieron
Si no es así dime qué es lo que te prometieron
Te torturaron, qué fue todo lo que te hicieron
Pero dame una razón para no prenderte en fuego
Como
La mitad de esta maldita cajetilla
No existe mercy si me mezo por ti en la orilla
Hermosa judía que sin duda besa mis mejillas
Pero tu luz se apaga si mis ojos brillan
Señora nicotina
Tu dulce compañía
Mi sangre contamina
Lo sé
Mientras haya sequía
Mis lágrimas te guían
Dame agua cristalina
Tu ser
Señora nicotina
Tu dulce compañía
Mi sangre contamina
Lo sé
Mientras haya sequía
Mis lágrimas te guían
Dame agua cristalina
Tu ser
História Nos Meus Marlboro
Senhora nicotina
Sua doce companhia
Contamina meu sangue
Eu sei
Enquanto houver seca
Minhas lágrimas te guiam
Me dá água cristalina
Teu ser
Senhora nicotina
Sua doce companhia
Contamina meu sangue
Eu sei
Enquanto houver seca
Minhas lágrimas te guiam
Me dá água cristalina
Teu ser
Musa, se é você, me deixa te convidar pra um cigarro
São Marlboro natural, não sou fã dos mentolados
Você tem fogo, o meu deixei esquecido
Não falo do isqueiro, esse eu sempre guardo bem
Tudo que me aconteceu, me diz, foi culpa minha
Ou é porque se ouvem passos de alguém que nunca chega
Desnuda minha melancolia, arrepia minha nuca, me inspira que eu vou escrever minhas lágrimas noturnas
Quis provar a fraqueza dos mortais
Quis ver no seu deserto auroras boreais
Tive brigas por sua carne com os animais
E os problemas fazem os cigarros acabarem
Sem perceber, já tô há três te falando disso
Explicando meu sentir e o porquê de estar puto
Aguentando meu choro enquanto o punho aperto
E minha raiva engolindo enquanto o quarto acendo
Concordo, a vida tá uma merda
Agora parece mais louco amar do que tirar uma vida
Por isso o mundo tá cheio de filhos da puta genocidas
Deixei de contar os anos pra contar minhas feridas
Me diz quantas moedas te deram
Se não foi assim, me diz o que te prometeram
Te torturaram, o que foi tudo que te fizeram
Mas me dá uma razão pra não te pôr em chamas
Como
A metade dessa maldita caixa
Não existe misericórdia se eu me balanço por ti na beira
Linda judia que sem dúvida beija minhas bochechas
Mas sua luz se apaga se meus olhos brilham
Senhora nicotina
Sua doce companhia
Contamina meu sangue
Eu sei
Enquanto houver seca
Minhas lágrimas te guiam
Me dá água cristalina
Teu ser
Senhora nicotina
Sua doce companhia
Contamina meu sangue
Eu sei
Enquanto houver seca
Minhas lágrimas te guiam
Me dá água cristalina
Teu ser