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Lembranças de Guerra

Paghania

Recuerdos de Guerra

Sangre guerrera corre por tus venas
Pero hay una fuerza de ser en mí
Busco respuestas, pero no encuentro
Sólo la luna me refleja en tí

El puño, mi espada y me lanzo a luchar
La muerte es fuerte, pero no va a llegar
Ríos de sangre aquí correrán
Viendo el dolor de tu honor

Las hordas se acercan para matar
Sonidos de guerra en mi alma sonarán
Con mi espada me lanzo a luchar
Sólo el miedo sale vivo de mí

Siento las muestras de valor
Y los llantos de temor
El cielo se abre en nombre de Odín
Mi alma en el Valhalla se forjará

En nombre de Odín, debe morir
Dejando el destino dentro de mí
El Valhalla sus puertas tendrá
Para las almas puedan seguir

Espada en tu nombre y lo vaciaré
Se acerca la luz de libertad
Desde el cielo te observaré
Y tu alma entregaré

En medio del combate cuando voy a estar
Al borde de la muerte y llegarás a él
Recuerdos de infancias llenos de poder
Siente su fuerza y vuelve a luchar

Su espada empuñada siempre estará
Para la sangre que aquí correrá
Él no es de su pueblo, dice el guardián
De las almas y la libertad

En nombre de Odín, debe morir
Dejando el destino dentro de mí
El Valhalla sus puertas tendrá
Para las almas puedan seguir

Espada en tu nombre y lo vaciaré
Se acerca la luz de libertad
Desde el cielo te observaré
Y tu alma entregaré

Lembranças de Guerra

Sangue guerreiro corre nas suas veias
Mas há uma força de ser em mim
Busco respostas, mas não encontro
Só a lua me reflete em você

O punho, minha espada e me lanço a lutar
A morte é forte, mas não vai chegar
Rios de sangue aqui correrão
Vendo a dor do seu honor

As hordas se aproximam para matar
Sons de guerra na minha alma soarão
Com minha espada me lanço a lutar
Só o medo sai vivo de mim

Sinto as provas de valor
E os choros de temor
O céu se abre em nome de Odin
Minha alma no Valhalla se forjará

Em nome de Odin, deve morrer
Deixando o destino dentro de mim
O Valhalla suas portas terá
Para as almas poderem seguir

Espada em seu nome e eu a esvaziarei
Se aproxima a luz da liberdade
Do céu te observarei
E sua alma entregarei

No meio do combate quando eu estiver
À beira da morte e você chegará a ele
Lembranças de infâncias cheias de poder
Sinta sua força e volte a lutar

Sua espada empunhada sempre estará
Para o sangue que aqui correrá
Ele não é do seu povo, diz o guardião
Das almas e da liberdade

Em nome de Odin, deve morrer
Deixando o destino dentro de mim
O Valhalla suas portas terá
Para as almas poderem seguir

Espada em seu nome e eu a esvaziarei
Se aproxima a luz da liberdade
Do céu te observarei
E sua alma entregarei

Composição: