395px

(Eu Estava Bêbado No) Púlpito

Palace Brothers

(I Was Drunk At The) Pulpit

I was drunk at the pulpit, I knew it was wrong
And I left in mid-sermon tempted by a bar-house song
The pews creaked and shifted as they turned to watch me leave
And I pulled a little bottle from the pocket in my sleeve

The sunlight was stronger to my church-dark widened eyes
Than the light which had blinded me with Christ's own half-lies
Yes mid-sunday morning, my old playmates sat
Round a stumble stained table, Christopher spat
And he kicked out a chair and showed me to sit
Then they started back singing in that shit-smelling pit
They were grinning and dribbling with comforted heads
Their wives were in church or at home and in beds
Well I sucked down a cupful and God shone within
In a red earthen mask, and I saw where I'd been was a palace of sin.

Let them abstain on unbucking high horses
Poor wooden structures which merely eye courses
That these log heads run just to find some respite
In the whiskey-induced holy unending night
Yes I thought I saw new light, the black one which dimmed
The bleach garments with which mingled pee on stained rims
Oh the church songs they paled next to this fiery chorus
Composed from a living depth especially for us

There were arms linked in sympathy, gilded the glaring
Of these bloated companions, who hid 'neath their swearing
Some need for another, kin to brother lust,
Which coarse words and music, was faith and less trust
Yes I saw a dependence, an inherent weakness
Within walls which hid sunlight and hindered all frankness
That floor there supported what souls couldn't stand
On their own in their own eyes, to hint they are men
Who are slave to their vision but to that alone
Yes each of them cloistered fear of being alone
Wherever folks gather, to imply a rule,
They are each one a sinner, each one a fool
For if I drink my whiskey, and if I sing a song
I have no breast companion, a-trailing along
To imagine a sharing of burdens I earned
To steal from the embers i strove so to burn
God is one's corpus, and Jesus one's blood
The world is within you, without is of mud...

(Eu Estava Bêbado No) Púlpito

Eu estava bêbado no púlpito, sabia que era errado
E saí no meio do sermão tentado por uma canção de bar
Os bancos rangiam e se moviam enquanto se viravam pra me ver sair
E eu puxei uma garrafinha do bolso da minha manga

A luz do sol era mais forte para meus olhos escurecidos pela igreja
Do que a luz que me cegou com as meias-mentiras de Cristo
Sim, no meio da manhã de domingo, meus velhos amigos estavam
Em volta de uma mesa manchada de bebida, Christopher cuspiu
E ele chutou uma cadeira e me mostrou onde sentar
Então eles começaram a cantar de volta naquele buraco fedido
Eles estavam sorrindo e babando com cabeças confortadas
Suas esposas estavam na igreja ou em casa, na cama
Bom, eu bebi um copo e Deus brilhou dentro de mim
Com uma máscara de barro vermelho, e eu vi que onde estive era um palácio do pecado.

Deixem-nos se abster em altos cavalos sem arreios
Pobres estruturas de madeira que apenas observam os cursos
Que essas cabeças de tora seguem só pra encontrar algum alívio
Na noite santa e interminável induzida pelo uísque
Sim, eu pensei que vi uma nova luz, a negra que apagou
As roupas brancas que se misturavam com xixi nas bordas manchadas
Oh, as canções da igreja empalideciam perto desse coro ardente
Composto de uma profundidade viva especialmente para nós

Havia braços entrelaçados em simpatia, dourando o brilho
Desses companheiros inchados, que escondiam sob seus palavrões
Alguma necessidade de outro, parente do desejo fraternal,
Que palavras grosseiras e música, eram fé e menos confiança
Sim, eu vi uma dependência, uma fraqueza inerente
Dentro de paredes que escondiam a luz do sol e dificultavam toda sinceridade
Aquele chão sustentava o que as almas não conseguiam suportar
Por conta própria, aos próprios olhos, para insinuar que são homens
Que são escravos de sua visão, mas só disso
Sim, cada um deles se enclausurava com medo de estar sozinho
Onde quer que as pessoas se reúnam, para implicar uma regra,
Cada um é um pecador, cada um é um tolo
Pois se eu beber meu uísque, e se eu cantar uma canção
Não tenho um companheiro no peito, me seguindo
Para imaginar um compartilhamento de fardos que eu ganhei
Para roubar das brasas que eu tanto lutei para queimar
Deus é o corpo de um, e Jesus é o sangue de um
O mundo está dentro de você, o que está fora é lama...

Composição: