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Arquiteta da Minha Própria Tristeza

Pálida Tez

Arquitecta de Mi Propia Tristeza

La primera en aprender a hablar
¿Para qué sirvió sin nada que contar?
La vergüenza de otro encuentro más
Una voz que tiembla, frases sin filtrar

Y de toda esa tristeza
Soy la única arquitecta
Vigas de cemento y piedra
De mi propia mente abyecta

Aunque cambie espejo por diván
Mi reflejo no se cansa de juzgar
Y es que toda mi vida me perseguirá
Hasta que claudique y quiebre como el cristal

Y de toda esa tristeza
Soy la única arquitecta
Vigas de cemento y piedra
De mi propia mente abyecta

Al final, con gran destreza
Solo yo soy quien diseña
Esta catedral interna
Que me atrapa y me secuestra

Arquiteta da Minha Própria Tristeza

A primeira a aprender a falar
Para que serviu sem nada para contar?
A vergonha de mais um encontro
Uma voz que treme, frases não filtradas

E de toda essa tristeza
Sou a única arquiteta
Vigas de cimento e pedra
Da minha própria mente abjeta

Mesmo trocando o espelho pelo divã
Meu reflexo não se cansa de julgar
E é que toda a minha vida me perseguirá
Até que eu desista e quebre como o cristal

E de toda essa tristeza
Sou a única arquiteta
Vigas de cimento e pedra
Da minha própria mente abjeta

No final, com grande destreza
Apenas eu sou quem projeta
Esta catedral interna
Que me aprisiona e me sequestra