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Não Me Diga Que Não

Pambo

No Me Digas Que No

Vuelvo a verte, recuerdos de ti,
tanto tiempo y hoy estamos aquí,
no lo entiendo, me siento de ti,
creo que pieso lo que piensas de mí.

No me digas que no,
no me digas que no.

Tan extraño, todo un año y no deaspareció,
tal vez es que siempre fui yo, y te quiero ver,
y tan extraño, tanto daño y no, nunca terminó,
tal vez es que siempre fui yo y no hay más que hacer, no.

Tiernamente, me miras así,
un instante en el que eres para mí.
Lentamente, te acercas así,
yo me entieso y tú te ries de mí.

No me digas que no,
no me digas que no.

Tan extraño, todo un año y no deaspareció,
tal vez es que siempre fui yo, y te quiero ver,
y tan extraño, tanto daño y no, nunca terminó,
tal vez es que siempre fui yo, y no hay más que hacer, no.

[De cero dar (?)], volver a empezar,
después de ver cómo va acabar,
pero sabe que te voy a volver
a abrazar y tener, consentir y querer.

Tan extraño, todo un año y no deaspareció,
tal vez es que siempre fui yo, y te quiero ver,
y tan extraño, tanto daño y no, nunca terminó,
bien que sabes bien que soy yo, y no hay más que hacer, no.

Não Me Diga Que Não

Volto a te ver, lembranças de você,
tanto tempo e hoje estamos aqui,
não entendo, me sinto de você,
acho que sei o que você pensa de mim.

Não me diga que não,
não me diga que não.

Tão estranho, um ano inteiro e não desapareceu,
talvez seja que sempre fui eu, e quero te ver,
e tão estranho, tanto dano e não, nunca acabou,
talvez seja que sempre fui eu e não há mais o que fazer, não.

Ternamente, você me olha assim,
um instante em que você é só para mim.
Lentamente, você se aproxima assim,
eu me confundo e você ri de mim.

Não me diga que não,
não me diga que não.

Tão estranho, um ano inteiro e não desapareceu,
talvez seja que sempre fui eu, e quero te ver,
e tão estranho, tanto dano e não, nunca acabou,
talvez seja que sempre fui eu, e não há mais o que fazer, não.

[De zero dar (?)], recomeçar,
depois de ver como vai acabar,
mas saiba que vou te abraçar
e ter, consentir e querer.

Tão estranho, um ano inteiro e não desapareceu,
talvez seja que sempre fui eu, e quero te ver,
e tão estranho, tanto dano e não, nunca acabou,
você sabe bem que sou eu, e não há mais o que fazer, não.

Composição: Aureo Baqueiro / Pambo