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Adeus

Pambo

Adiós

Hoy abrí la puerta que el amor hace tristeza
Sin saber como salirme y regresar

Y es que hoy perdí la fuerza
y no hay más que aire en mi cabeza

Si te sueño hoy sólo quiero despertar
Hoy me dueles tanto aquí

Que al borde del llanto tengo que decirte

Tú me haces mitades
Pero yo no sirvo en pares
Tú y yo siempre en claves
Yo torpe, tu intocable
Llegó Abril...Adiós

Hoy perdí la pieza que
embonaba mi firmeza
Hoy no puedo más
hacer sino esperar

No, no te detengas
Que se ablande mi corteza
Pues sin ti yo ya no soy
No me interesa

Ya no me mires así
Que te quiero tanto
y no sé despedirme

Tú me haces mitades
Pero yo no sirvo en pares
Tú y yo siempre en claves
Y tú, que hablas de instantes
sin principios ni finales
Tú y yo siempre iguales
Yo torpe, tu intocable
Llegó Abril...Adiós

Adeus

Hoje abri a porta que o amor traz tristeza
Sem saber como sair e voltar

E é que hoje perdi a força
E não há mais que ar na minha cabeça

Se te sonho hoje só quero acordar
Hoje me dói tanto aqui

Que à beira do choro eu tenho que te dizer

Você me faz metades
Mas eu não sirvo em pares
Você e eu sempre em códigos
Eu desajeitado, você intocável
Chegou Abril... Adeus

Hoje perdi a peça que
encaixava minha firmeza
Hoje não posso mais
fazer nada além de esperar

Não, não pare
Que se amole minha casca
Pois sem você eu já não sou
Não me interessa

Já não me olhe assim
Que eu te quero tanto
E não sei me despedir

Você me faz metades
Mas eu não sirvo em pares
Você e eu sempre em códigos
E você, que fala de instantes
sem princípios nem finais
Você e eu sempre iguais
Eu desajeitado, você intocável
Chegou Abril... Adeus

Composição: Alejandro S. Valencia / Rene Garza / Pambo