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A Lenda de Rosiei Montane

Pandrea

Legenda Rosiei Montane

Legenda Rosiei Montane
ACT I. Chemarea Rosiorului

Viziunea ni s-a aratat
Rosior Minerul Sangeros
Spirit al Rosiei Montane
In vis ne-a calcat
Urmandu-i porunca sacra
Am strigat: Sa pornim!
Un tunet a strapuns vazduhul
Pazbunarea ne va fi acra!
Obstacole ni s-au ivit in drum
Cu tarie le-am trecut
Dar la intrarea in sat
Am zarit o inscriptie in fum
"Multumim celor ce ne poarta de grija
dar rosienii isi decid singur viitorul"

ACT II. Satul

Satenii revoltati in cale ne ies cu torte si coase
Noi nu ne oprim pe munte urcam prin noroi si ceata
Armata Rosiorului s-a adunat in varf de deal
Lor ne-alaturam cortul il asezam ...luam beri de la gheata

ACT III. Ospatul

Ospatul incepe cu un festiv antreu
Mancam paine sfanta cu branza si pateu
Felul principal conserve de peste
O-nfulecam cu pofta si ne lingem pe deste

ACT IV. Batalia

La compot iata,
se ivesc in zare
E armata inamica,
observam cu stupoare
Rosiorul se arata
In straiele lui de lupta
Conduce armata sa
Dinn sange dusman se-nfrupta
Cu armata salvatoare
Masacram manati de ura
Pe satenii cei vrasmasi
Ce-otravesc tara cu cianura...

A Lenda de Rosiei Montane

A Lenda de Rosiei Montane
ATO I. A Chamada de Rosior

A visão nos foi revelada
Rosior, o Mineiro Sangrento
Espírito de Rosiei Montane
Nos sonhos ele pisou
Seguindo seu comando sagrado
Gritamos: Vamos lá!
Um trovão cortou o ar
A vingança será amarga!
Obstáculos surgiram no caminho
Com força os superamos
Mas na entrada da aldeia
Vi uma inscrição na fumaça
"Agradecemos a quem cuida de nós
mas os rosianos decidem seu próprio futuro"

ATO II. A Aldeia

Os aldeões revoltados nos saem ao encontro com tochas e foices
Nós não paramos, subimos a montanha pelo barro e pela neblina
O exército de Rosior se reuniu no topo da colina
Nos juntamos a eles, armamos a tenda... pegamos cervejas do gelo

ATO III. O Banquete

O banquete começa com uma entrada festiva
Comemos pão sagrado com queijo e patê
O prato principal é conserva de peixe
Devoramos com gosto e lambemos os dedos

ATO IV. A Batalha

No compote, eis que
aparecem no horizonte
É o exército inimigo,
observamos com espanto
Rosior se revela
Em suas vestes de combate
Lidera seu exército
Do sangue do inimigo se alimenta
Com o exército salvador
Massacramos, movidos pelo ódio
Os aldeões inimigos
Que envenenam a terra com cianeto...

Composição: