La Carencia
Por la mañana yo me levanto
No me dan ganas de ir a trabajar.
Subo a la kombi, voy observando
Que toda la gente comienza a pasar.
Por la avenida va circulando
El alma obrera de mi ciudad.
Gente que siempre esta trabajando
Y su descanso lo ocupa pá soñar.
Despues de ocho horas de andar laborando
Desesperanza se siente en el hogar,
Pues con la friega que hay a diario
Ya no alcanza pá progresar.
Y asi han pasado decenas de años,
Pues en un mundo globalizado
La gente pobre no tiene lugar.
Y la carencia, arriba!
Y lo salario, abajo!
Con lo que gano en esta empresa
No me alcanza pá tragar.
Y la carencia, arriba!
Y los salarios abajo!
Y yo le digo a mi teresa:
No me voy a resignar.
Y la carencia, arriba!
Y lo salario, abajo!
Con lo que gano es esta empresa
No me alcanza pá tragar.
Y la carencia, arriba!
Y lo salario, abajo!
Y yo le digo a mi teresa?:
Vente, vamos a bailrar porque...
Ahi viene antidoping.
Ahi viene el salario.
Ahi viene santa sabina.
Ahi viene la maldita.
Ahi viene los de abajo.
Ahi viene el salón.
Ahi viene...
Quien viene.
Ahi viene el chile que te mantiene
Y en la cama te entretiene
Y en la boca lo retienes.
Mejor trae atu pareja
Y sóplale una oreja
Páque mueva la cintura
Y le de la calentura
Y después de la sobada
Ella ya no quiera nada
Y te diga: que no, que no
Que no, que no, que no, que no
Que que nooooooo!
Nach unten! (16x)
Nach oben! (16x)
Springen! (15x)
A Carência
De manhã eu me levanto
Não tenho vontade de ir trabalhar.
Subo na kombi, vou observando
Que toda a galera começa a passar.
Pela avenida vai circulando
A alma operária da minha cidade.
Gente que sempre tá trabalhando
E seu descanso é pra sonhar.
Depois de oito horas de labuta
Desesperança se sente em casa,
Pois com a correria que rola todo dia
Não dá pra progredir.
E assim já se passaram dezenas de anos,
Pois num mundo globalizado
A galera pobre não tem lugar.
E a carência, pra cima!
E o salário, pra baixo!
Com o que ganho nessa empresa
Não dá pra engolir.
E a carência, pra cima!
E os salários pra baixo!
E eu digo pra minha Teresa:
Não vou me resignar.
E a carência, pra cima!
E o salário, pra baixo!
Com o que ganho nessa empresa
Não dá pra engolir.
E a carência, pra cima!
E o salário, pra baixo!
E eu digo pra minha Teresa?:
Vem, vamos dançar porque...
Aí vem o antidoping.
Aí vem o salário.
Aí vem Santa Sabina.
Aí vem a maldita.
Aí vem os de baixo.
Aí vem o salão.
Aí vem...
Quem vem.
Aí vem o chile que te mantém
E na cama te entretém
E na boca te retém.
Melhor traz a tua parceira
E assopra uma orelha
Pra ela mexer a cintura
E sentir a calentura
E depois da rebolada
Ela já não quer nada
E te diga: que não, que não
Que não, que não, que não, que não
Que que nãooooooo!
Pra baixo! (16x)
Pra cima! (16x)
Pule! (15x)
Composição: Ro, César García Sánchez, Darío Alfredo Espinosa Luna, Francisco Javier González Barajas, Guillermo Hiram Paniagüa Luna, Leonel Andrés Rosales García, León Felipe Bustamante Báez, Luis Román Ibarra García, Marco Antonio Huerta Heredia, Omar Missael Oseguera Cortés