Trueno II
Viajo sin mirar atras bajo la tormenta,
insectos muertos en mi ventana.
Barro qe no va a secar, parabrisas roto
murió el motor: no quiere arrancar.
Horizonte circular, horas de silencio
la niebla está petrificada.
Y me pregunto a donde voy
y los espejos no reflejan mi mirada!
y me pregunto en dónde estoy
y los espejos no reflejan mi llegada!
Arco-iris y humedad, vendedor de diarios
me acerco y nadie me dice nada
Cae la lluvia en el balcón, no ladran ni los perros
Ventanas rotas, y más soledad.
Y me pregunto a donde voy
y los espejos no reflejan mi mirada!
y me pregunto en dónde estoy
y los espejos no reflejan mi llegada!
Trueno II
Viajo sem olhar pra trás sob a tempestade,
insetos mortos na minha janela.
Lama que não vai secar, para-brisa quebrado
morreu o motor: não quer pegar.
Horizonte circular, horas de silêncio
a neblina está petrificada.
E me pergunto aonde vou
e os espelhos não refletem meu olhar!
e me pergunto onde estou
e os espelhos não refletem minha chegada!
Arco-íris e umidade, vendedor de jornais
me aproximo e ninguém me diz nada.
Cai a chuva na sacada, nem os cães latem
janelas quebradas, e mais solidão.
E me pergunto aonde vou
e os espelhos não refletem meu olhar!
e me pergunto onde estou
e os espelhos não refletem minha chegada!