Quiero vivir en el campo
Yo quiero ir a vivir en el campo, (ah ah)
quiero ese rocío que me empapa (ah ah)
pero vivo en la ciudad, y ya no aguanto más,
en este tráfico bestial,
la soledad te asalta y te hunde más y más
mejor cambiar de latitud...
Quiero regresar a las montañas (ah ah)
quiero labrar la tierra y hacer leña (ah ah)
y sigo en la ciudad, entre esta multitud,
sin poder comunicarme
y sin poder ni respirar, el cielo aqui nunca es azul,
(y yo no me divierto más)
En mi pueblo se baila, se baila, se baila,
en esta noche un agitada de luna llena
en mi pueblo hay fiestas, que fiesta, que fiesta
Todos en la plaza, asomados a la ventana,
es como un sueño aún, recuerdos de juventud..
Yo que he nacido en el campo (ah ah )
Recuerdo al abuelo Silvio y la vendimia (ah ah)
Y vivo en la ciudad, donde hjas nacido tu
donde la niebla es general
y la confusion te asalta y te hunde un poco más
(y yo no me divierto más)
En mi pueblo se baila, se baila, se baila
en esta noche apasionada de luna llena...
En mi pueblo hay fiesta, que fiesta, que fiesta
todos en la plaza, asomados a la ventana
Recuerdos de mi pueblo,
la iglesia, las casas, y la maestras cultivando siempre sus rosas
Recuerdos de mi pueblo
el viejo autobúes que arrancaba lento, resoplando cada tarde,
es como un sueño aún, recuerdos de juventud...
y en mi pueblo se baila, se baila, se baila,
desde la noche al alba con la luna llena...
Recuerdos de mi pueblo,
buena gente que respira amor,
y aquel estanque que cuando era niño parecia mar
y en mi pueblo habia fiesta, que fiesta, buena fiesta
se vive siempre como en una fiesta
Recuerdos de mi pueblo,
las bromas, el cartero, y el miedo que daban los pobres Guardias Civiles...
Son como un sueño aún...
Quero viver no campo
Eu quero ir viver no campo, (ah ah)
quero esse orvalho que me molha (ah ah)
mas vivo na cidade, e já não aguento mais,
nesse trânsito insano,
a solidão te ataca e te afunda mais e mais
melhor mudar de latitude...
Quero voltar para as montanhas (ah ah)
quero cultivar a terra e fazer lenha (ah ah)
e sigo na cidade, entre essa multidão,
sendo incapaz de me comunicar
e sem poder nem respirar, o céu aqui nunca é azul,
(e eu não me divirto mais)
Na minha cidade se dança, se dança, se dança,
nessa noite agitada de lua cheia
na minha cidade tem festa, que festa, que festa
Todos na praça, espiando pela janela,
é como um sonho ainda, lembranças da juventude..
Eu que nasci no campo (ah ah)
Lembro do vovô Silvio e da colheita (ah ah)
E vivo na cidade, onde você nasceu
onde a neblina é geral
e a confusão te ataca e te afunda um pouco mais
(e eu não me divirto mais)
Na minha cidade se dança, se dança, se dança
nessa noite apaixonada de lua cheia...
Na minha cidade tem festa, que festa, que festa
todos na praça, espiando pela janela
Lembranças da minha cidade,
a igreja, as casas, e as professoras sempre cultivando suas rosas
Lembranças da minha cidade
o velho ônibus que partia devagar, resfolegando toda tarde,
é como um sonho ainda, lembranças da juventude...
e na minha cidade se dança, se dança, se dança,
desde a noite até o amanhecer com a lua cheia...
Lembranças da minha cidade,
pessoas boas que respiram amor,
e aquele lago que quando eu era criança parecia o mar
e na minha cidade tinha festa, que festa, boa festa
se vive sempre como em uma festa
Lembranças da minha cidade,
as brincadeiras, o carteiro, e o medo que os pobres Guardas Civis davam...
São como um sonho ainda...
Composição: S. Cutgno