exibições de letras 592

Rap do King Kong - a Oitava Maravilha do Mundo

Papyrus da Batata

Letra

    Um lugar perdido
    Em meio a neblina, o medo se esgueira
    Com monstros e tribos
    (Ilha da Caveira! Ilha da Caveira!)

    Eles mostram contos aos montes
    De um nome que esconde mistérios e fontes
    O mais forte no topo dessa floresta
    King Kong

    Eu passei tanto tempo na ilha
    Onde tudo que eu via era brutalidade
    Foi tanto tempo que me acostumei
    Cada um tem que se adaptar a sua realidade

    Monstros andando por aí até o próximo alvo
    Isso é bem pior que os seus chamados dinossauros
    E a sua própria espécie, essa tribo, não serão os seus amigos
    Nenhum humano alcançou a glória, nenhum deles pra contar história

    No topo dessa ilha, tem um rei
    Não pode ser destronado
    (O rei!) Dos homens
    (O rei!) Das feras
    (O rei! O rei!) O rei dos macacos
    (O rei! O rei!) O rei dos macacos
    Acima de todos e tudo
    A oitava maravilha do mundo

    Mais um sacrifício como sempre
    Mas essa parece diferente
    Ela não chora, não clama e nem teme
    Ela se impõe na minha frente

    Garota, te entendo, mas você não pode me entender
    Mundos opostos, por que não consigo atacar você?
    Eu não posso aguentar
    Mas se não eu consigo, mais ninguém irá te matar

    Dança e risos nessa floresta
    Nem eu sei que sensação é essa
    Eu posso até te proteger
    Mas os outros não fazem por merecer!

    Caiam os trocos, insetos irão rodear
    As suas cabeças e os membros irão retirar
    Eu não sei o porquê
    Você está tentando me entender

    Esses monstros te atacaram
    Mas eu vou te proteger
    Dois juntos, essa luta tão ridícula
    Acabo com os dois quebrando a sua mandíbula!

    No topo dessa ilha, tem um rei
    Não pode ser destronado
    (O rei!) Dos homens
    (O rei!) Das feras
    (O rei! O rei!) O rei dos macacos
    (O rei! O rei!) O rei dos macacos
    Acima de todos e tudo
    A oitava maravilha do mundo

    Tentei te proteger, mas pra quê?
    A maldade humana sempre pega você
    Eles me trouxeram em seu navio
    Eu não sinto a ilha, eu só sinto frio

    Eu me libertei das correntes com a força crescente
    Do rei dos macacos
    Seu rosto é familiar
    Me diga agora onde ela está

    Destruindo toda a sua cidade
    Como me culpam se foi vocês que me tiraram de lá?
    Em meio a destruição
    Seu semblante posso enxergar

    Enquanto a gente se divertia
    A paz nunca é duradoura pra quem sorria
    Eles me fuzilaram com artilharia
    Fomos para o topo do prédio, mas que belo dia

    Tentei
    Me defender dos seus aviões
    Despenquei
    Morto pelas minhas falhas ações

    E no meio disso
    Não foi os aviões, foi ela
    Porque no final
    Sempre a bela vai matar a fera

    Composição: Papyrus da Batata. Essa informação está errada? Nos avise.
    Enviada por Rodrigo. Revisões por 2 pessoas. Viu algum erro? Envie uma revisão.

    Comentários

    Envie dúvidas, explicações e curiosidades sobre a letra

    0 / 500

    Faça parte  dessa comunidade 

    Tire dúvidas sobre idiomas, interaja com outros fãs de Papyrus da Batata e vá além da letra da música.

    Conheça o Letras Academy

    Enviar para a central de dúvidas?

    Dúvidas enviadas podem receber respostas de professores e alunos da plataforma.

    Fixe este conteúdo com a aula:

    0 / 500

    Opções de seleção