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Sin Fortuna (part. Banda La Costeña de Ramón López Alvarado)

Paquita La Del Barrio

Letra

Sem Sorte (part. Banda La Costeña de Ramón López Alvarado)

Sin Fortuna (part. Banda La Costeña de Ramón López Alvarado)

Eu nasci sem sorte e sem nadaYo nací sin fortuna y sin nada
Desafiando o destino de frenteDesafiando al destino de frente
Até o mais infeliz me humilhavaHasta el más infeliz me humillaba
Ignorando toda a genteIgnorandome toda la gente
Mas de repente minha sorte mudouMás de pronto mi suerte ha cambiado
E de repente me vi entre grandes pessoasY de pronto me vi entre gran gente

Vi essa gente fingindo ser felizVi a esa gente fingirse dichosa
Diante de um mundo vulgar e mentirosoFrente a un mundo vulgar y embustero
Gente hipócrita, mesquinha, vaidosaGente hipócrita, ruin, vanidosa
Que de nada adianta ter dinheiroQue de nada le sirve el dinero
Que morre igual ao pobreQue se muere lo mismo que el pobre
E sua cova é o mesmo buracoY su tumba es el mismo agujero

Agora vou por caminhos diferentes, sigo apenas o destinoAhora voy por distintos caminos voy siguiendo tan solo el destino
E dos pobres me sinto felizY de pobres me siento dichoso
Se é amando, dou meu amor inteiroSi es amando doy mi amor entero
Com os pobres eu tiro o chapéuCon los pobres me quitó el sombrero
E desprezo até o mais poderosoY desprecio hasta el más poderoso

Sou honesto e sincero, eu digoSoy cabal y sincera les digo
Eu construí meu próprio destinoHe labrado mi propio destino
Estendo a mão ao amigoYo le tiendo la mano al amigo
Mas ao rico nunca me humilhoPero al rico jamás me le humillo

Eu nunca tive o calor de um beijoYo nunca tuve el calor de un beso
Meus pobres velhos trabalhavam tantoMis pobres viejos trabajaban tanto
Que nunca tiveram tempo pra issoQue nunca tuvieron tiempo para eso
E assim cresci sem ignorar o choroY así crecí sin ignorar el llanto
Eu não fui à escola, aprendi quando cresciYo no fui a la escuela yo aprendí de grande
Pra essas coisas não dava pra um pobrePara esas cosas no alcanzaba un pobre
As letras não entram quando se tem fomeLas letras no entran cuando se tiene hambre
E não há quem te estenda a mão se você é pobreY no hay quien te dé la mano si eres pobre
E por isso volto a este velho povoado onde a vida me tratou tão malY por eso vuelvo a este pueblo viejo donde la vida me trató tan mal
Esse é meu povo que por nada desistiuEsta es mi gente que por nada dejó
Mesmo que eu voltasse a sofrer igualAunque volviera yo a sufrir igual

Sou honesto e sincero, eu digoSoy cabal y sincera les digo
Eu construí meu próprio destinoHe labrado mi propio destino
Estendo a mão ao amigoYo le tiendo la mano al amigo
Mas ao rico nunca me humilhoPero al rico jamás me le humillo


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