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Demônios no Jardim

Parabellum

Demonios En El Jardín

Demonios en el jardín
Golpean mi puerta
Gritando que tengo que salir
Que afuera me esperas tú
Tan fría tan Blanca
Tan muerta

Te veo radiante
Te veo tan bella
Reflejas la Luna en tus huesos
Carentes de piel recuerdas
Cuando algún día fuimos
Ángeles ahora nuestras
Alas dos misiles son

Levántate te enseñaré
Este nuevo laberinto
En mi país quién fue
Presa, es cazador
La vuelta atrás va a comenzar
Apuntales con el dedo
Si no hay razón
¿Por qué vas a perdonar?
Es la voz del inquisidor
Ahora sal y reparte dolor todo el dolor

Laberintos tan distintos
Su solución, Su solución fue
Laberintos tan extraños
Solos tú y yo
Dos condenados

La Luna llena ya tapa el Sol
Ahora la bestia, la bestia
Ronda y le piden perdón

Laberintos tan extraños
Laberintos solo tú y yo fuimos culpados

Laberintos tú y yo y mil condenados laberintos tan distintos, su solución fue, matar

Laberintos tan distintos laberintos
Tan distintos

Demônios no Jardim

Demônios no jardim
Batendo na minha porta
Gritando que eu tenho que sair
Que lá fora você me espera
Tão fria, tão branca
Tão morta

Te vejo radiante
Te vejo tão linda
Refletindo a lua nos seus ossos
Desprovidos de pele, você se lembra
Quando um dia fomos
Anjos, agora nossas
Asas são dois mísseis

Levante-se, eu vou te mostrar
Esse novo labirinto
No meu país, quem foi
A presa, é o caçador
A volta vai começar
Apontem com o dedo
Se não há razão
Por que você vai perdoar?
É a voz do inquisidor
Agora saia e espalhe dor, toda a dor

Labirintos tão diferentes
Sua solução, sua solução foi
Labirintos tão estranhos
Só nós dois
Dois condenados

A lua cheia já cobre o sol
Agora a besta, a besta
Ronda e pede perdão

Labirintos tão estranhos
Labirintos, só nós dois fomos culpados

Labirintos, você e eu e mil condenados, labirintos tão diferentes, sua solução foi, matar

Labirintos tão diferentes, labirintos
Tão diferentes

Composição: parabellum