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Sobre Naiades Tristes e Deuses Ociosos

Paragon Of Beauty

About Glum Naiades And Idle Gods

Ethereal calm was sown by Naiades
Vague delight
Dead wood's paleness, bygone...

O weightless thought
Microscopic darwins.
Particles of a cruel hour-glass
That's filled with empty seed.
Raining down a poet's grave

Earily thy sad wind roars
Blows and weaves on torrid shores
Careworn mermaids flicker grey
Elderly thy morn-boughs sway

When the oddest foe entwines me
and ballads die away
When the witty moons pass by like habits
I'll starve in bleak dismay

Chasms whisper:
"Joy is numb...a fatal chalice...no escape"

Thou hath waltzed o'er pastures of frailty
With cygnets wrapped in moss
Murky day-dreams plague thee. O nadir
Thy energy disdained by sourness

Make thy loom of wisdom
Into a sprouting remedy
Be aware that thou shall mind
Thy timid orphaned naiades

A swarm of white owlets
To clear my lovesick heart

Sobre Naiades Tristes e Deuses Ociosos

Um calma etérea foi semeada pelas Naiades
Um prazer vago
A palidez da madeira morta, do passado...

O pensamento leve
Darwins microscópicos.
Partículas de uma ampulheta cruel
Que está cheia de sementes vazias.
Chovendo sobre o túmulo de um poeta

Teu triste vento ruge
Sopra e tece nas praias quentes
Sereias desgastadas piscam cinza
Teus ramos matinais balançam idosos

Quando o inimigo mais estranho me envolve
E as baladas se vão
Quando as luas espirituosas passam como hábitos
Eu vou morrer de desespero sombrio

Fendas sussurram:
"A alegria é insensível... um cálice fatal... sem escape"

Tu dançaste sobre pastagens de fragilidade
Com cignos envoltos em musgo
Sonhos turvos te atormentam. Ó nadir
Teu ânimo desprezado pela azedume

Faça teu tear de sabedoria
Em um remédio que brota
Esteja ciente de que deves cuidar
De tuas tímidas naiades órfãs

Um enxame de corujinhas brancas
Para curar meu coração apaixonado