Ella Es, Tú Fuiste
No sé cómo has podido preguntarme
Que como es ella
Que como siente
Que si es muy bella
Tal vez será difícil explicarme
No quiero herirte
Me diste mucho
Tanto te quise
Perdona si te hieren mis palabras
Tú misma me has pedido que lo exprese
A veces las verdades son amargas
Pero es justo decirlas indolentes
Mientras ella es manantial que fluye
Tú fuiste torrente que todo destruye
Mientras ella es brisa en primavera
Tú fuiste ciclón en una pradera
Mientras ella es calma en mis anhelos
Tú fuiste motivo de amargos desvelos
Mientras ella es esa paz que busco
Fuiste incertidumbre de un despertar brusco
Pero pude al despertar
Convencerme que al final
Tú no eras lo que yo espere encontrar
Tal vez en nuestro caso no hay culpables
La inexperiencia
Tal vez el tiempo
O la inconsciencia
Perdona si te hieren mis palabras
Tú misma me has pedido que lo exprese
A veces las verdades son amargas
Pero es gusto decirlas indolentes
Mientras ella es calma en mis anhelos
Tú fuiste motivo de amargos desvelos
Mientras ella es más que reina esclava
Tú fuiste un vacío donde no había nada
Mientras ella es manantial que fluye
Tú fuiste torrente que todo destruye
Mientras ella es brisa en primavera
Tú fuiste ciclón en una pradera
Pero pude al despertar
Convencerme que al final
Tú no eras lo que yo espere encontrar
Ela É, Você Foi
Não sei como você pôde me perguntar
Como é ela
Como ela sente
Se ela é tão linda
Talvez seja difícil me explicar
Não quero te ferir
Você me deu muito
Te amei tanto
Desculpa se minhas palavras te machucam
Você mesma me pediu pra eu expressar
Às vezes as verdades são amargas
Mas é justo dizê-las sem dó
Enquanto ela é um manancial que flui
Você foi um torrente que tudo destrói
Enquanto ela é brisa na primavera
Você foi um ciclone na planície
Enquanto ela é calma nos meus anseios
Você foi motivo de amargos desvelos
Enquanto ela é a paz que eu busco
Você foi incerteza de um despertar brusco
Mas ao acordar eu pude
Me convencer que no final
Você não era o que eu esperei encontrar
Talvez no nosso caso não haja culpados
A inexperiência
Talvez o tempo
Ou a inconsciência
Desculpa se minhas palavras te machucam
Você mesma me pediu pra eu expressar
Às vezes as verdades são amargas
Mas é bom dizê-las sem dó
Enquanto ela é calma nos meus anseios
Você foi motivo de amargos desvelos
Enquanto ela é mais que uma rainha escrava
Você foi um vazio onde não havia nada
Enquanto ela é um manancial que flui
Você foi um torrente que tudo destrói
Enquanto ela é brisa na primavera
Você foi um ciclone na planície
Mas ao acordar eu pude
Me convencer que no final
Você não era o que eu esperei encontrar
Composição: Froilán Antonio Rodríguez Jiménez