Tradução gerada automaticamente
Metropolis Rotting
Path Of Golconda
Metropolis Rotting
Babylonic in their effort to tray
They reversed their fate in tongues
In a language of defy and decay
A thousand devils became one
So sardonic in their effort to slay
So demonic came the end of days
So splendid they had sought their fall
None for none and woe for all
Was the season
From chaos, bred, into the heart
Born without reason
Looking glass, looking glass,
Menace on the wall
Tell us how that city grew
A whore called Babylon
And claiming the skies from holy flame to soma
The god they derive upraise from peace and coma
Many be the plagues of wrath until forgiveness
Swarm the land to his command and curses…
And still I dream
Of her Belladonna eyes
Gazing far to sweet oblivion
I am afraid…
Sp still it seems
Her porcelain heels did crack
As she fell with morning light
I am enchained…
Enchained to the carcass of becoming
Growing, glowing like the moon over tombs
Far from perfection but close to addiction
Petrifying hopes to a stairway to hell
To hell…
And to hell they wane…
Debris rushing by as swiftly we tumble
Turning in a maelstrom of sin
It was me, on my knees, who prayed for a shotgun
Scorched Vergils fires and the din within
Behold!
This is the end
So draconic in our effort to lay
An ambush and the blame
In a language of defy and decay
That we tried but failed tot tame
So sardonic in our effort to slay
So demonic came the end of days
So splendid we had sought our fall
The tidal turns, our turrets crumble, down
The darkened skies stifles our cries and frown:
It's rotting down
And still I dream
Of her Belladonna eyes
Gazing far to sweet oblivion
I am afraid…
So still it seems her porcelain heels did crack
As she fell with morning light
I am enchained…
And if nightmares part us I will stand
But fiercer spectres have returned
It was her and delicate smile
Gilded by the gloss of her despotic verve
That slithered like a tongue on dead lips
From vision to life in every limb, every nerve
With punishments lured for the poison and cure
I craved for this sticky caress
Like a moth to the moon and a venomous spoon
The night in her eyes dimmed the burning guile of Death…
Metrópole Podre
Babilônica em seu esforço pra tentar
Reverteram seu destino em línguas
Numa linguagem de desafio e decadência
Mil demônios se tornaram um
Tão sardônica em seu esforço pra matar
Tão demoníaca veio o fim dos dias
Tão esplêndido que buscaram sua queda
Nada pra ninguém e desgraça pra todos
Foi a estação
Do caos, gerado, no coração
Nascido sem razão
Espelho, espelho,
Ameaça na parede
Diga-nos como aquela cidade cresceu
Uma prostituta chamada Babilônia
E reivindicando os céus da chama sagrada ao soma
O deus que eles derivam exalta da paz e do coma
Muitas sejam as pragas da ira até o perdão
Invadem a terra ao seu comando e maldições...
E ainda sonho
Com seus olhos de beladona
Olhando longe para o doce esquecimento
Estou com medo...
E ainda parece
Que seus saltos de porcelana quebraram
Enquanto ela caiu com a luz da manhã
Estou acorrentado...
Acorrentado ao cadáver do tornar-se
Crescendo, brilhando como a lua sobre tumbas
Longe da perfeição, mas perto da adição
Petrificando esperanças numa escada pro inferno
Pro inferno...
E pro inferno eles minguam...
Detritos passando rápido enquanto caímos
Girando num redemoinho de pecado
Fui eu, de joelhos, que pedi por uma espingarda
Fogo escaldante de Vergílio e o barulho interior
Eis!
Este é o fim
Tão dracônico em nosso esforço pra armar
Uma emboscada e a culpa
Numa linguagem de desafio e decadência
Que tentamos, mas falhamos em domar
Tão sardônica em nosso esforço pra matar
Tão demoníaca veio o fim dos dias
Tão esplêndido que buscamos nossa queda
As marés mudam, nossas torres desmoronam, caindo
Os céus escurecidos abafam nossos gritos e caretas:
Está podre
E ainda sonho
Com seus olhos de beladona
Olhando longe para o doce esquecimento
Estou com medo...
Então ainda parece que seus saltos de porcelana quebraram
Enquanto ela caiu com a luz da manhã
Estou acorrentado...
E se pesadelos nos separarem, eu vou ficar
Mas espectros mais ferozes retornaram
Era ela e seu sorriso delicado
Dourado pelo brilho de sua verve despótica
Que se arrastou como uma língua em lábios mortos
Da visão à vida em cada membro, cada nervo
Com punições atraídas pelo veneno e cura
Eu ansiava por esse toque pegajoso
Como uma mariposa na lua e uma colher venenosa
A noite em seus olhos apagou a ardente astúcia da Morte...



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