A Cannibal Crusade
Disguise for the last time's ignorance-
A flood of flowers and a dagger behind
And million twins of rotten, cloned hysteria
Like hungry drones scaling bones and souls abide-
A final storm on desert fields,
The thunderous herald of Blitzkrieg...
The tapestries of hate and their fate
Enarmouréd and feverish to attack!
Under the kisses of a ravening sunset
The feeble faith of mankind left a bloody stain
And moral kneels, heart-cuffed and crippled
Beneath poor hybris, proud in vain
Torn between two worlds of glass
And steel without skilled paints
Cruel saints, misled and wolfskin- shed
Obey and judge my thrill- ferocious aftermath...
And crouching in this pit of words
Where voices harm like sharper swords
In light outside prides the amount
Of far insaner bodycount.
Hail! Hail! Hail!
Hail Sin-
On their knees
Begging for salvation
In the tongue of slaughter-ecstasy
Devouring the dinner of disease
Served with tears, thick dead desires
And lost verses...
Whilst I lay, away
From the sound and woe of earth,
Warmed on siege and opiates,
A sidled vision passed
And while my body rested there
And all my bones found peace
My mind inspired from this tomb
And found new blood to feast (on)
What lies beneath
'came torn apart
by serpent drill- bits, demon hearts
burning Rome for Holy War...
Two spirits slain
For endlessly our grace was ripped:
From harmony to the love for
Mortal sin
...and Cannibal Crusades
Down with the devil, an eye for an eye
A funeral banquet from faith to a lie
Never again will enslavement be torn
Never again be a Cherubim born
Seraphine Horrors as blood veils the sight
This carnage mistaken for eternal rights
Chewing on Allah's celestial guts
Enflaming the earth so carnivorous...
Mocking at runes of a prophecy, gone,
A new Hydra rising from witchcraft undone
Bloated, like bodies submerged in the cold,
Motionless waters of vision and void
Each neck a fable and each head its dread
Hissing more curses brought into effect
Reborn as puppets with razorblade strings
Poured into masques like gold without glimpse
Forever- this fever
By the pulse of broken hearts
Grows violent, so silent
Like a prayer on battlefields
Caged in the chasm of murderous darkness
The feeble faith a mankind left a bloody stain
And moral fell, heart-cuffed and crippled
Beneath poor hybris, blindly slain...
I fade away
Drowning into nightmares
Of a sightless, perverse entity
No more again
Shall we taste of innocence
We, who scattered greed......
Uma Cruzada Canibal
Disfarce pela última vez da ignorância-
Uma enxurrada de flores e uma adaga por trás
E milhões de gêmeos de uma histeria podre e clonada
Como drones famintos escalando ossos e almas que permanecem-
Uma tempestade final em campos desérticos,
O trovão heraldando o Blitzkrieg...
As tapeçarias do ódio e seu destino
Armados e febris para atacar!
Sob os beijos de um pôr do sol voraz
A frágil fé da humanidade deixou uma mancha de sangue
E a moral se ajoelha, com o coração algemado e aleijado
Sob a pobre hybris, orgulhosa em vão
Rasgados entre dois mundos de vidro
E aço sem tintas habilidosas
Santos cruéis, enganados e despidos de pele de lobo
Obedeçam e julguem meu deleite- feroz consequência...
E agachado neste poço de palavras
Onde vozes ferem como espadas mais afiadas
Na luz do lado de fora, orgulha-se a quantidade
De um número de corpos muito mais insano.
Salve! Salve! Salve!
Salve o Pecado-
De joelhos
Implorando por salvação
Na língua do êxtase do massacre
Devorando o jantar da doença
Servido com lágrimas, desejos mortos e espessos
E versos perdidos...
Enquanto eu deito, afastado
Do som e da dor da terra,
Aquecido por cerco e opiáceos,
Uma visão lateral passou
E enquanto meu corpo descansava ali
E todos os meus ossos encontraram paz
Minha mente se inspirou deste túmulo
E encontrou novo sangue para se fartar (de)
O que está abaixo
'Veio rasgado
Por brocas de serpente, corações demoníacos
Incendiando Roma por Guerra Santa...
Dois espíritos mortos
Pois eternamente nossa graça foi rasgada:
Da harmonia ao amor por
Pecado mortal
...e Cruzadas Canibais
Abaixo o diabo, olho por olho
Um banquete fúnebre da fé a uma mentira
Nunca mais a escravidão será rasgada
Nunca mais um Querubim nascerá
Horros Serafins enquanto o sangue vela a visão
Este carnificina confundida com direitos eternos
Mastigando as entranhas celestiais de Alá
Incendiando a terra tão carnívora...
Zombando de runas de uma profecia, perdida,
Uma nova Hidra surgindo de feitiçaria desfeita
Inchada, como corpos submersos no frio,
Águas imóveis de visão e vazio
Cada pescoço uma fábula e cada cabeça seu terror
Sibilando mais maldições trazidas à tona
Renascendo como fantoches com cordas de lâmina
Derramados em máscaras como ouro sem vislumbre
Para sempre- esta febre
Pelo pulso de corações partidos
Cresce violenta, tão silenciosa
Como uma oração em campos de batalha
Enjaulada no abismo da escuridão assassina
A frágil fé que a humanidade deixou uma mancha de sangue
E a moral caiu, com o coração algemado e aleijado
Sob a pobre hybris, cegamente morta...
Eu desapareço
Afundando em pesadelos
De uma entidade cega e perversa
Nunca mais
Deveremos provar da inocência
Nós, que espalhamos a ganância......