Que venha o nevoeiro intenso
Nos tocar com sua brisa fria de inverno
Terra virgem, sem vida, nossa colina, escura!!!
Refúgio repleto de solidão
Cercado por natureza em sua mais bela forma

Somos filhos de nosso próprio destino
Em busca da liberdade, profana e invertebrada
De olhos abertos, porem diante a sonhos
Ainda obscuros dentro da nossa consciência
Sem dor, buscando a realidade, o começo

Restam apenas sombras
Muitas vezes esquecidas, abstratas!
Vagando pelos bosques da mente
Em volto a sua eterna misantropia
Morte pura e plena! Monocromática!

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