Tradução gerada automaticamente

El Ciudadano
Patricio Manns
O Cidadão
El Ciudadano
O cidadão se levanta ao amanhecer.El ciudadano se despierta al alba.
A cidadã se levanta ao amanhecer.La ciudadana se despierta al alba.
Descem os dois por escadas altas,Bajan los dos por altas escaleras,
deixam pra trás prédios corcundasdejan atrás cornudos edificios
que quebram a manhã em gotas.que rompen en dos gotas la mañana.
Na cidade, gritos florescem.En la ciudad florecen alaridos.
O fumo se ergue contra a correria.Torea el humo contra la estampida.
Ruge o tanque bastardo na alameda.Truena el tanque bastardo en la alameda.
O sangue coloca no sol seu olho em neblinaLa sangre pone al sol su ojo en neblina
e há mortos arrastados pelas lágrimas.y hay muertos arrastrados por las lágrimas.
Como expressar a fúria que me invade?¿Cómo expresar la furia que me embarga?
Como dobrar as mãos assassinas?¿Cómo doblar las manos homicidas?
E como acolher entre meus braços¿Y cómo refugiar entre mis brazos
a tanta gente que foge em grandes filasa tanta gente que huye en vastas recuas
amarradas pela maldição do século?laceadas por la maldición del siglo?
O cidadão jaz sobre uma ponte.El ciudadano yace sobre un puente.
A cidadã jaz debaixo d'água.La ciudadana yace bajo el agua.
Na cidade, os soluços se apagam.En la ciudad se apagan los sollozos.
Na alameda, ouve-se um grande silêncio.En la alameda escucha un gran silencio.
A liberdade se irrita e se suicidaLa libertad se enoja y se suicida
como tantas outras vezes em que deucomo otras tantas veces en que dio
a vida.la vida.



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