Ya No Canto Tu Nombre
Mucho me paso
sin decir nada,
morená que me dejaste
tanta palabra.
Morená: mucho me paso
sin decir nada.
Es que tu olvido
creció a la mala,
creció como mala hierba
que tú regaras.
Morená: es que tu olvido
creció a la mala.
Ay, mi bien querido:
cómo he vivido.
Con sangre mía
yo te amarrara
porque no canto tu nombre
ni tú me llamas.
Morená: con sangre mía
yo te amarrara.
Viene la noche,
sube hasta el alba,
pero en mi cama se acuesta
la trasnochada.
Morená: la noche queda;
no llega el alba.
Ay, mi bien querido:
¿cómo te olvido?
Las versiones de esta canción en los discos "Entre mar y cordillera" y "El folklore no ha muerto, mierda", presentan el mismo texto, exceptuando el cambio de género de morenó por morená de Silvina Urbina en su dúo con Patricio Manns.
Já Não Canto Seu Nome
Muito me aconteceu
sem dizer nada,
moreninha que me deixou
tanta palavra.
Moreninha: muito me aconteceu
sem dizer nada.
É que seu esquecimento
cresceu de forma errada,
cresceu como erva daninha
que você regava.
Moreninha: é que seu esquecimento
cresceu de forma errada.
Ai, meu bem querido:
como eu vivi.
Com meu sangue
eu te amarraria
porque não canto seu nome
e você não me chama.
Moreninha: com meu sangue
eu te amarraria.
Vem a noite,
sobe até o amanhecer,
mas na minha cama se deita
a que não dorme.
Moreninha: a noite fica;
não chega o amanhecer.
Ai, meu bem querido:
como te esqueço?
As versões dessa canção nos discos "Entre mar e cordilheira" e "O folclore não morreu, merda", apresentam o mesmo texto, exceto pela mudança de gênero de morenó para morená de Silvina Urbina em seu dueto com Patricio Manns.