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Letra

    No coliseu dos gigabytes
    O tolo fala o que quiser
    Bandido bom, bandido morto
    O homem manda na mulher

    Oposição de cor vermelha
    Se é que existem dois bandidos
    Eu só conheço um inimigo
    Que manda no jogo político

    Tá cheio de marionetes
    Descrentes e desigrejados
    Que se atracam, se maltratam
    Nessa rinha do diabo

    E é tão difícil me calar
    Não tomar parte nessa briga
    Mas eu me apego no invisível tão palpável
    Voz de Brisa

    Azul pra mim só o do Céu, e a direita a de meu Pai
    Onde está a única bandeira vermelha que me apraz

    Sangrenta de sacrifício, um fluido carmesim
    A prova do grande amor que se deu até o fim!

    Sempre me perco em devaneios
    E me afogo em um bom som
    Eu lanço preces para o Alto
    Nem ligo quando perco o tom

    E nessa vida que é tão louca
    Eu prossigo no caminho
    Refletindo na verdade
    De que nunca estarei sozinho

    Azul pra mim só o do Céu, e a direita, a de meu Pai
    Onde está a única bandeira vermelha que me apraz

    Sangrenta de sacrifício, um fluido carmesim
    A prova do grande amor que se deu até o fim

    Azul pra mim só o do Céu, e a direita, a de meu Pai
    Onde está a única bandeira vermelha que me apraz

    Sangrenta de sacrifício, um fluido carmesim
    A prova do eterno amor que morreu na cruz por mim

    Composição: Patrick Hartwich de Araújo. Essa informação está errada? Nos avise.

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