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Reino dos Sonhos (Baronesa Cap. II)

Pazuzu

Royaume Des Reves (Baronnesse Chap. II)

Et ainsi un mensonge devint ma vie.
Le royaume des étoiles. Cosmos silencieux.
Oh désespoir, grand malfaiteur du pays des larmes.
Lâche-moi, je veux mourir tranquillement.
Déjà, mon âme flotte comme un liquide invisible,
dans l'infinie de l'empire de la mélancolie.
Voilà... le dernier solstice du millénaire blanc.
Maintenant, sous mes pieds nus, le Dragon s'est enfin réveillé.
Et dans cette obscurité parfaite, la délivrance semble proche.
Trois trônes, unis par la puissance magnifique de l'ange porteur de lumière.
Le temps ronge glorieusement le tronc de l'arbre de la vie.
Et loin d'ici, parmi les étoiles, où le destin de l'homme est écrit.
La pitié pleure son inutilité. Sur une colline obscure.
Sous la surface froide de la planète oubliée.
Une tour magnifique marque le lieu où le silence est mon fils invisible.
Quand le ciel aura arrêté de nourrir la terre et quand
les mers auront cessés de voyager la planète.
La haine serra maître de tout.

Reino dos Sonhos (Baronesa Cap. II)

E assim uma mentira se tornou minha vida.
O reino das estrelas. Cosmos silencioso.
Oh desespero, grande malfeitor do país das lágrimas.
Me solta, eu quero morrer em paz.
Já, minha alma flutua como um líquido invisível,
no infinito do império da melancolia.
Aqui está... o último solstício do milênio branco.
Agora, sob meus pés descalços, o Dragão finalmente acordou.
E nesta escuridão perfeita, a libertação parece próxima.
Três tronos, unidos pelo poder magnífico do anjo portador da luz.
O tempo corrói gloriosamente o tronco da árvore da vida.
E longe daqui, entre as estrelas, onde o destino do homem está escrito.
A compaixão chora sua inutilidade. Em uma colina obscura.
Sob a superfície fria do planeta esquecido.
Uma torre magnífica marca o lugar onde o silêncio é meu filho invisível.
Quando o céu parar de nutrir a terra e quando
os mares cessarem de viajar pelo planeta.
O ódio será mestre de tudo.

Composição: