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Letra

    Quando mergulho
    Meu olhar no infinito
    Do me sertão tão bonito
    Para ver tanta beleza

    Até os meus olhos
    Tremem juntos com o mormaço
    Querendo embalar os braços
    Da tela da natureza

    E nessa hora
    Que o Sol irresistível
    A relva que é mais sensível
    Muda toda facilmente

    E quase morta
    Ela faz esta rotina
    Espera a noite a neblina
    Pra reviver novamente

    No fim do dia
    Quando o Sol vai se apagando
    O céu vai se chapiscando
    Com luzinhas amarelas

    A Lua cheia
    Com ciúmes das estrelas
    Faz de tudo pra escondê-las
    Querendo ser a mais bela

    Um show celeste
    Que muita gente não viu
    Deslocar sobre um vazio
    Uma estrela cadente

    Igual uma tocha
    Ela se acende no ar
    Pra depois noutro lugar
    Voltar brilhar novamente

    No fim da noite
    Quando já de madrugada
    A Lua já bem cansada
    Sonolenta se envaidece

    Está na hora
    De ir para o seu repouso
    E deixar no Sol brilhoso
    Outro dia que amanhece

    É tão gostoso
    O amanhecer na roça
    Ver de dentro da palhoça
    Pela fresta um clarão

    Devagarinho
    O Sol dissolve a neblina
    E as gotinhas cristalinas
    Caindo somem no chão

    Composição: Grilo / Parentinho / Zé Mineirinho. Essa informação está errada? Nos avise.

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