A Game Divine?
I can not but to love my destiny
I can not but to cherish my fate
I can not but to accept and worship
The fatal immortality
Of the circular pact
A game divine it seems
NO
I deny this theory of chance
Yet, what control?
Searched for
Craved for
Found and captured
Held into the fires ever burning
Yet, grim is the face of Fortuna
In her incomprehensive ways
Fierce are the truths and lies
That fell beyond her grace
And grim are the faces we pull
In those few moments of sight
Fierce are the horrors revealed
By the scorching, merciless light
I can not love their destiny
I can not cherish their fate
I can not accept the fatal line
The theory of chance
Beyond grace
A game divine it seems
NO
I deny this theory of chance
Yet, what control?
Even she must face the mirror
Even I must face myself
It might just be fate
Um Jogo Divino?
Não posso deixar de amar meu destino
Não posso deixar de valorizar meu destino
Não posso deixar de aceitar e adorar
A imortalidade fatal
Do pacto circular
Um jogo divino, parece
NÃO
Eu nego essa teoria do acaso
Mas, que controle?
Buscado
Desejado
Encontrado e capturado
Mantido nas chamas sempre ardentes
Ainda assim, sombria é a face de Fortuna
Em suas maneiras incompreensíveis
Ferozes são as verdades e mentiras
Que caíram além de sua graça
E sombrias são as expressões que fazemos
Naqueles poucos momentos de visão
Ferozes são os horrores revelados
Pela luz escaldante e implacável
Não posso amar o destino deles
Não posso valorizar o destino deles
Não posso aceitar a linha fatal
A teoria do acaso
Além da graça
Um jogo divino, parece
NÃO
Eu nego essa teoria do acaso
Mas, que controle?
Até ela deve encarar o espelho
Até eu devo encarar a mim mesmo
Pode ser apenas destino