Profecia do Recomeço
Peixe-Boi Anavilhanas
Sinto as dores na lama
Veio o nó na garganta
O suor que decai nos semblantes
São apenas choros constantes
Das almas que gritam
Das almas que ficam
Presas no além!
Presas no além, presas no além
Enxergo o céu coberto de dor
E as estrelas sem seu esplendor
Vejo ceifeiros alados
Em quimeras de ferro montados
Galopando no rio vermelho de mercúrio
Agoniza pajé Mbyá
Agoniza o Sol kuará
Ao ver o fim que virá
A floresta em chama, o levante dos carrascos
Das almas que gritam
Das almas que ficam
Presas no além! Presas no além!
Presas no além, presas no além
Enxergo o céu coberto de dor
E as estrelas sem seu esplendor
Vejo ceifeiros alados
Em quimeras de ferro montados
Galopando no rio vermelho de mercúrio
Agoniza pajé Mbyá
Agoniza o Sol kuará
Ao ver o fim que virá
A floresta em chama, o levante dos carrascos
Das almas que gritam
Das almas que ficam
Presas no além! Presas no além!
Presas no além, presas no além
Eu sou visionário Mbyá
Eu vejo como será o fim
Presas no além! Presas no além!
Presas no além, presas no além



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