No i Co
Jest grzeszna, pocieszna, niegrzeczna, zepsuta
Jeszcze nie la puta, z tak¹ jak ta jest luta
Do domu nie wróci z buta, nie proponuj jej tramwaju
Zwanego po¿¹daniem, mimo ¿e jest na haju
Siê poczujesz jak w raju, kiedy chwyci ciê za pr¹cie
Nie wyœwietlaj jej tematu twoich cyfer na koncie
Ty nie znasz siê na sporcie? oj twój b³¹d nauki
Ona jak outsider, a tu ¿ó³todziób utkwi
Chcesz unikn¹æ tej muki, myœl brachu - czuwaj
Wiem, ¿e serce twe nie s³uga, ale moment chodŸ s³uchaj
Jeszcze jej nie pukaj, bo to tylko hormony
Zbyt szybko chcesz wyzwoliæ, sprawdŸ jej popêd do mamony
Wybadaj ma³¹ sucz, w oczach rentgen - nie romans
Mi³osny rezonans, czas przeœwietliæ jej duszê
Zanim skuszê siê, muszê wiedzieæ sam na czym stojê
Pomimo ¿e mi stoi, od d³u¿szej chwili boli
To prze¿yjê dyskomfort, bo po co mi k³opot
Na d³u¿sz¹ metê bida, nowa intryga
Na nic siê nie przyda i oto zwrotki puenta
Chcê byœ by³a normalna, nie oryginalnie jebniêta
No i co? chuj! znów to samo? gorzej!
W mi³osnym horrorze, tak d³u¿ej byæ nie mo¿e
Znów na ciœnieniu podkurwiony - to emocje
Te dialogi radosne, teraz zaledwie szorstkie
Wczoraj by³o tak dobrze, dziœ to nie takie proste
Relacje osch³e, nikt z nas nie chce przykroœci
Oto mêski szowinista z odrobin¹ wra¿liwoœci
Suka to suka, zawsze okiem mruga
Zawsze zwil¿y usta, w g³owie liczona kapusta
A g³owa pusta - no weŸ siê z tak¹ ustaw
Tak se gada, gada, chodzi kurwa, przegl¹da siê w lustrach
Intelekt ma nabyty, a wrodzona tylko chcica
Pije ponad miarê, kiedyœ skoñczy w Charcicach
Minê ma jak za karê, znów na fochu i z ¿alem
Syndromem matki polki, jest chodz¹cym skandalem
Z³o¿y³bym z niej ofiarê - mym bogom, demonom
Wtedy ziom co siê z ni¹ mêczy³ by³by w raju jedn¹ nog¹
Nie chcê g³upiej, chcê m¹dr¹, chcê szczodr¹, uœmiechniêt¹
Która bez zahamowañ wyjdzie na przeciw mym patentom
Chcê tylko jedn¹, tê odpowiedni¹
Dla niej odda³ bym ¿ebro i bym kurwa nie mia³ ¿ebra
Nieuczciwa sentencja, to kobieca sekwencja
Jak mêska impotencja - cecha niepo¿¹dana
Dajê to chcê coœ braæ w zamian, ja te¿ mam wady piêkna
Jeœli mnie oszukasz, suko b¹dŸ przeklêta
No i co? chuj! znów to samo? gorzej!
W mi³osnym horrorze, tak d³u¿ej byæ nie mo¿e
Znów na ciœnieniu podkurwiony - to emocje
Te dialogi radosne, teraz zaledwie szorstkie
Wczoraj by³o tak dobrze, dziœ to nie takie proste
Relacje osch³e, nikt z nas nie chce przykroœci
Oto mêski szowinista z odrobin¹ wra¿liwoœci
Bo o tych jest ten tekst, co mêcz¹, chc¹ katowaæ
Wkurwiaj¹ moich ziomów, to s³yszê w ich rozmowach
Syf zamiast mózgu, wzajemny brak szacunku
O ska¿onym gatunku, pêka niæ porozumienia
Mia³o byæ tak dobrze, a z dnia na dzieñ siê zmienia
¯ycie, zmienione w schemat, pamiêtasz spontanicznoœæ?
Radoœæ, bezkrytycznoœæ, w³asny uœmiech na twarzy
Kiedy znów siê przydarzy, chêæ na chwilê zapomnienia
Kwestia przyzwyczajenia, wyrwaæ siê z odrêtwienia
Co zabija w nas wszystko, mêczysz siê - znów nie wysz³o
Tak chcesz spogl¹daæ w przysz³oœæ, masz tu fiasko, nie ognisko
Mia³o ogrzaæ wasz dom, jesteœ taki jak on!
Ile razy to s³ysza³eœ, te wylewane ¿ale
Gorycz, skandale, piek³o mi³osnego zwi¹zku
Ona to pierdoli no to oddasz jej z nawi¹zk¹
No i co? chuj! znów to samo? gorzej!
W mi³osnym horrorze, tak d³u¿ej byæ nie mo¿e
Znów na ciœnieniu podkurwiony - to emocje
Te dialogi radosne, teraz zaledwie szorstkie
Wczoraj by³o tak dobrze, dziœ to nie takie proste
Relacje osch³e, nikt z nas nie chce przykroœci
Oto mêski szowinista z odrobin¹ wra¿liwoœci
E daí?
É pecaminosa, divertida, malcriada, estragada
Ainda não é a puta, com uma como essa é luta
Não volta pra casa de pé, não sugira que ela pegue o busão
Chamado de desejo, mesmo que esteja chapada
Você vai se sentir no paraíso, quando ela te pegar pela rola
Não exiba o tema dos seus números na conta
Você não entende de esporte? Oh, seu erro de aprendizado
Ela é como uma outsider, e aqui um novato ficou preso
Quer evitar essa dor, pensa, mano - fica esperto
Sei que seu coração não é escravo, mas espera, escuta
Ainda não a penetre, porque é só hormônio
Quer libertar rápido demais, verifica o impulso dela por grana
Investiga a pequena cadela, nos olhos um raio-X - não é romance
Ressonância amorosa, é hora de examinar a alma dela
Antes de me deixar levar, preciso saber onde estou
Apesar de estar duro, já faz um tempo que dói
Vou passar pelo desconforto, porque pra que eu quero problema
Na longa jornada, a miséria, uma nova intriga
Não vai servir pra nada e aqui está a conclusão das estrofes
Quero que ela seja normal, não original e maluca
E daí? Caralho! De novo a mesma coisa? Pior!
No horror do amor, não pode durar tanto
De novo sob pressão, puto - são emoções
Esses diálogos alegres, agora são apenas ásperos
Ontem estava tão bom, hoje não é tão simples
Relações frias, ninguém de nós quer tristeza
Aqui está um machista com um pouco de sensibilidade
Cadela é cadela, sempre pisca o olho
Sempre umedece os lábios, na cabeça contando grana
E a cabeça vazia - vai se danar com esse papo
Assim se fala, fala, anda, porra, se olha no espelho
Tem intelecto adquirido, e só desejo inato
Bebe além da conta, um dia vai acabar em Charcice
A expressão dela é como se fosse uma punição, de novo na birra e com tristeza
Síndrome da mãe polaca, é um escândalo ambulante
Eu a sacrificaria - para meus deuses, demônios
Então o cara que se ferrou com ela estaria no paraíso com um pé
Não quero uma burra, quero uma esperta, quero uma generosa, sorridente
Que sem inibições venha ao meu encontro
Quero só uma, a certa
Por ela eu daria uma costela e não teria costelas
Sentença desonesta, é uma sequência feminina
Como a impotência masculina - uma característica indesejada
Dou, quero algo em troca, eu também tenho minhas falhas, linda
Se você me enganar, cadela, seja amaldiçoada
E daí? Caralho! De novo a mesma coisa? Pior!
No horror do amor, não pode durar tanto
De novo sob pressão, puto - são emoções
Esses diálogos alegres, agora são apenas ásperos
Ontem estava tão bom, hoje não é tão simples
Relações frias, ninguém de nós quer tristeza
Aqui está um machista com um pouco de sensibilidade
Porque é sobre esses que é esse texto, que atormentam, querem torturar
Irritam meus amigos, isso eu ouço nas conversas deles
Merda no lugar do cérebro, falta mútua de respeito
Sobre uma espécie corrompida, a linha de entendimento se rompe
Era pra ser tão bom, e dia após dia muda
Vida, mudada em um esquema, lembra da espontaneidade?
Alegria, falta de crítica, seu próprio sorriso no rosto
Quando acontecer de novo, vontade de esquecer por um momento
Questão de hábito, se libertar da anestesia
O que mata tudo em nós, você se cansa - de novo não deu certo
Assim você quer olhar pro futuro, aqui está o fracasso, não a fogueira
Era pra aquecer sua casa, você é igual a ele!
Quantas vezes você ouviu, essas lamentações
Amargura, escândalos, inferno do relacionamento amoroso
Ela fode isso, então você vai dar a ela em dobro
E daí? Caralho! De novo a mesma coisa? Pior!
No horror do amor, não pode durar tanto
De novo sob pressão, puto - são emoções
Esses diálogos alegres, agora são apenas ásperos
Ontem estava tão bom, hoje não é tão simples
Relações frias, ninguém de nós quer tristeza
Aqui está um machista com um pouco de sensibilidade