The Arcane Epitaph
Leafs are falling, black and lifeless.
Wind of autumn, carry them away... far away.
Wandering beneath the trees.
Dancing with the cold shadows.
To the tunes of the gloomy rivers.
A melody of darkness with a song of no words.
The arcane epitaph of the long lost images.
Visions floating away to where only memories exist.
Memories of ancient kingdoms rising to the surface.
I dance and remember the moon and the stars.
As the wind sweeps my face I see the moon.
In the river with a touch of autumn.
Fog covering my feet in the first season of mist.
A crown of shadows drifting away in the rain.
Leafs of autumn, black and with no life.
This mournful play is the floating birth of desire.
Mysterious secrets arise in the absence of light.
Gloomy in a silent time life is the process of dying.
As a feast for the dark autumn is the funeral march.
This veil of sorrow is my emblem of death.
O Epitáfio Arcano
As folhas estão caindo, pretas e sem vida.
Vento de outono, leve-as embora... bem longe.
Vagueando sob as árvores.
Dançando com as sombras frias.
Ao som dos rios sombrios.
Uma melodia de escuridão com uma canção sem palavras.
O epitáfio arcano das imagens há muito perdidas.
Visões flutuando para onde só existem memórias.
Memórias de reinos antigos surgindo à tona.
Eu danço e lembro da lua e das estrelas.
Enquanto o vento sopra no meu rosto, vejo a lua.
No rio com um toque de outono.
Névoa cobrindo meus pés na primeira estação de brumas.
Uma coroa de sombras se afastando na chuva.
Folhas de outono, pretas e sem vida.
Essa peça triste é o nascimento flutuante do desejo.
Segredos misteriosos surgem na ausência de luz.
Sombrio em um tempo silencioso, a vida é o processo de morrer.
Como um banquete para o escuro, o outono é a marcha fúnebre.
Esse véu de tristeza é meu emblema da morte.