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Nos Braços da Canção

Perímetro Urbano

Letra

    Hoje, assistindo agora ao videotape
    Das distantes tardes que a lente
    Da memória projetou
    Eu me equilibrando na gilete
    E do céu chovia canivete
    E pra não escorregar
    Cantava então uma canção popular

    Ia na ponta dos pés, na ventania
    Mas as notas de uma melodia
    Me levavam pelas mãos
    E hoje do outro lado da gilete
    Tiram o chapéu, jogam confete
    E pra comemorar
    Eu canto então uma canção popular

    Por isso eu canto
    Melodias são estrelas claras
    Que iluminando as palavras
    Nas canções viram rimas
    Vêm pra dar voz a quem emudeceu
    Vêm pra alegrar a quem entristeceu

    Por isso eu canto
    Pela boca palavras cantadas
    São caminhos, são como estradas
    Pra infinitos destinos
    Moram num papel, na memória de alguém
    Na alegria, na tristeza vêm
    Na mesa de um bar
    Nos versos de uma canção popular

    Por isso eu canto
    Pela boca palavras cantadas
    São caminhos, são como estradas
    Pra infinitos destinos
    Moram num papel, na memória de alguém
    Na alegria, na tristeza vêm
    Na mesa de um bar
    Nos versos de uma canção popular

    Composição: Vital Mancini. Essa informação está errada? Nos avise.

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