
Seppuku.
Persa
Na favela estado chega só de viatura
Na favela estado chega só de ponto trinta
E o menor que nunca teve acesso a cultura
Hoje a sociedade julga como estigma
A favela nunca teve estrutura e a sua segurança
É o nosso genocídio
Meus heróis sofreram na ditadura pela tentativa
De um tiranicídio
Xogunato tava parado, os ninja na espreita na espera
Do alarme dado
O xogum já pegava o recado que um grupo de revoltados
Queria seu assassinato
A vingança pela fome que passavam, expressavam seu ódio
Através da poesia
Tua espada brilha
Sangue em minhas mãos pesam
A honra se vai
Nas sombras ecoa o grito, do seu pobre destino
Vingança de um samurai
Na favela estado chega só de viatura
Na favela estado chega só de ponto trinta
E o menor que nunca teve acesso à cultura
Hoje a sociedade julga como estigma
A favela nunca teve estrutura e a sua segurança
É o nosso genocídio
Meus heróis sofreram na ditadura pela tentativa
De um tiranicídio



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