El árbol de la horca
El viento lo balanceaba
hay que recuerdo tan negro
era el cuerpo de mi padre
que tenia una soga al cuello
lo habian colgado el domingo
de las ramas de aquel cedro
Apenas tenia 10 años
lanzé mi llanto de niño
el perro tenia un balazo
lo supe por sus aullidos
pero arrastraba una espuela
que era de los asesinos
Señor pues le pertenece
o tal vez se le olvido
yo soy Jesús Maldonado
hijo de aquel que colgo
ya supondra los motivos
por los que lo busco yo
Despues de todo las leyes
no van a poder salvarlo
sus hijos no tienen culpa
pero eso no viene al caso
si usted no llega a las doce
tal vez no vuelva a mirarlos
En el paso del coyote
vaya muy bien preparado
si usted no quiere pelear
lo arrastrare en mi caballo
de las ramas de aquel cedro
lo voy a dejar colgado
La muerte andaba a caballo
los hechos los presencio
en el paso del coyote
este caso sucedio
ahi Jesús Maldonado
a un juez de letras colgó
A Árvore da Forca
O vento o balançava
é uma lembrança tão sombria
era o corpo do meu pai
que tinha uma corda no pescoço
o tinham pendurado no domingo
nos galhos daquele cedro
Eu mal tinha 10 anos
soltei meu choro de criança
o cachorro tinha um tiro
eu soube pelos seus uivos
mas arrastava uma espuela
que era dos assassinos
Senhor, pois lhe pertence
o talvez você esqueceu
eu sou Jesus Maldonado
filho daquele que foi enforcado
já deve imaginar os motivos
pelos quais eu o procuro
Depois de tudo, as leis
não vão conseguir salvá-lo
seus filhos não têm culpa
mas isso não vem ao caso
se você não chegar até às doze
talvez não volte a vê-los
No caminho do coyote
vá bem preparado
se você não quiser brigar
eu vou arrastá-lo no meu cavalo
dos galhos daquele cedro
eu vou deixá-lo pendurado
A morte andava a cavalo
os fatos ela presenciou
no caminho do coyote
esse caso aconteceu
aí Jesus Maldonado
pendurou um juiz de letras
Composição: Paulino Vargas