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A Mesnada Mordrissoire

Peste Noire

La Mesniee Mordrissoire

Pour libérer le pays qu'on enchaîne,
Briser ses liens et massacrer ses ennemis,
Il faut des gars endurcis à la peine,
Chacun pour tous et tous pour un réunis...

Dans la nuit s'allument les feux de camp,
Se rassemblent tous les hommes du Clan,
pour célébrer par nos chants,
Nos force et notre sang.
Jeunes guerriers intrépides et forts,
Ignorant le lâche remord,
L'oeil pur à l'ennemi fait face,
Leur sang versé fortifie notre race.

Chantons nos sources et nos bois,
Glorieuse race.
Nos plaines, nos chemins et nos toits,
Vivante race.
Notre vigne, notre blé, notre miel,
Nos vents, nos neiges et notre soleil.

Pour nos fils qui meurent dans les combats,
Au poing sans reculer d'un pas.
Fidèles à nos chefs, confiants en Diable,
Sauront garde la terre des nobles aïeux,
Quand l'aube éteindra les feux de camps
Se leveront tous les hommes du clan
Pour la conquète, pour y vaincre ou mourir,
Sieg hell, sieg hell, sieg hell ...

Alors, faisons lever l'étoile du génie Français.
Le monde a besoin de lumière,
Le monde a besoin de la France,
La France a besoin de tous les Français.

Nous chantons pour nos sources et nos bois,
Nos plaines, nos chemins et nos toits.
Notre vigne, notre blé , notre miel,
Nos vents, nos neiges et notre soleil,
Vivant soleil.

Adieu vieille europe...

A Mesnada Mordrissoire

Para libertar o país que está preso,
Quebrar suas correntes e massacrar seus inimigos,
Precisamos de caras endurecidos pela dor,
Cada um por todos e todos por um reunidos...

Na noite acendem-se as fogueiras,
Reúnem-se todos os homens do Clã,
Para celebrar com nossos cantos,
Nossa força e nosso sangue.
Jovens guerreiros intrépidos e fortes,
Ignorando o covarde remorso,
O olhar puro encara o inimigo,
Seu sangue derramado fortalece nossa raça.

Cantemos nossas fontes e nossas matas,
Raça gloriosa.
Nossas planícies, nossos caminhos e nossos lares,
Raça viva.
Nossa vinha, nosso trigo, nosso mel,
Nossos ventos, nossas neves e nosso sol.

Por nossos filhos que morrem nas batalhas,
De punho cerrado, sem recuar um passo.
Fieis aos nossos líderes, confiantes no Diabo,
Saberão guardar a terra dos nobres ancestrais,
Quando a aurora apagar as fogueiras do acampamento
Todos os homens do clã se levantarão
Para a conquista, para vencer ou morrer,
Sieg hell, sieg hell, sieg hell ...

Então, façamos brilhar a estrela do gênio francês.
O mundo precisa de luz,
O mundo precisa da França,
A França precisa de todos os franceses.

Cantamos por nossas fontes e nossas matas,
Nossas planícies, nossos caminhos e nossos lares.
Nossa vinha, nosso trigo, nosso mel,
Nossos ventos, nossas neves e nosso sol,
Sol vivo.

Adeus, velha Europa...

Composição: