Crystal Wrists
I can't see the light. I'm thrown in disgust
They speak of feats... the housed forever
A howling wind changed my course
It blew me out of bounds so sore
All the walls, all the walls that bound me
Descending bleak and put upon
I chew my cheeks to wake up from
The vase grows bigger to my eyes
These eyes that snigger and despise
The wall grows taller up to doom
Shoes in my room, thrown in disgust
At how I fall to my worst
Of course you say you don't understand
Your words, your fiction, your crooked hands
But clearly now, I tell you man
That all I say Is all I can
For I am nothing but my sin
Until I learn to caste them in
While young girls fangs and crystal wrists
Wait patiently for me to twist
I look away to distant rains
To water falls and honey days
And boys in black and blue rinse eyes
Gaze whistly at my slender thighs
I twist a shade to my right
And spit at beelzebub on sight
And go on loving all I see
For here I live on patiently
Clearly now, I tell you man
That all I say Is all I can
For I am nothing but my sin
Until I learn to caste them in
Pulsos de Cristal
Não consigo ver a luz. Estou jogado em nojo
Falam de feitos... os abrigados para sempre
Um vento uivante mudou meu rumo
Me jogou pra fora dos limites tão dolorosamente
Todas as paredes, todas as paredes que me cercam
Descendo sombrias e pesadas
Eu mordo minhas bochechas pra acordar de
O vaso cresce em tamanho aos meus olhos
Esses olhos que zombam e desprezam
A parede cresce mais alta até o destino
Sapatos no meu quarto, jogados em nojo
De como eu caio no meu pior
Claro que você diz que não entende
Suas palavras, sua ficção, suas mãos tortas
Mas claramente agora, eu te digo, cara
Que tudo que digo é tudo que posso
Pois não sou nada além do meu pecado
Até eu aprender a deixá-los de lado
Enquanto garotas jovens com presas e pulsos de cristal
Esperam pacientemente eu me contorcer
Desvio o olhar para chuvas distantes
Para quedas d'água e dias de mel
E garotos de olhos azulados e escuros
Olham com desejo para minhas coxas finas
Eu me viro um pouco para a direita
E cuspo em Beelzebub à vista
E sigo amando tudo que vejo
Pois aqui eu vivo pacientemente
Claramente agora, eu te digo, cara
Que tudo que digo é tudo que posso
Pois não sou nada além do meu pecado
Até eu aprender a deixá-los de lado
Composição: Paul Statham / Peter Murphy