L'ultimo Abbraccio
Né una croce,neanche un fiore
Solo buio e umiditá
La grazia ch'era stata dei corpi
Ora offende i ricordi
Trá quei sassi laggiú
É per colpa di un' amore
E certo umana gelosia
Il sole tenta invano di entrare
Coi raggi a scaldare quel triste tempio
Solo pietá in quello scomposto abbraccio, niente piú
Quadro imperfetto che mai nessuno ammirerá
E Francesca era un bel fiore
Paolo lo raccoglierá
Ma l'odio che la mano armerá
Le loro vite avrá
Solo pietá in quell'ultimo abbraccio, niente piú
Storia e leggenda ... per sempre amanti senza etá
O Último Abraço
Não é uma cruz, nem uma flor
Só escuridão e umidade
A graça que havia nos corpos
Agora ofende as memórias
Entre aquelas pedras lá embaixo
É por causa de um amor
E certa ciúme humano
O sol tenta em vão entrar
Com os raios para aquecer aquele triste templo
Só piedade naquele abraço desfeito, nada mais
Quadro imperfeito que nunca ninguém admirará
E Francesca era uma bela flor
Paolo a colherá
Mas o ódio que a mão armou
Terá suas vidas
Só piedade naquele último abraço, nada mais
História e lenda... para sempre amantes sem idade
Composição: Jeroen Englebert, Giancarlo Romita