Sin Rencor
Yeah-yeah
No guardo rencor, solo verdad
Aunque duela, sigo en paz
Sé que sos fría, mirada de invierno
Tirás indirectas, disparos eternos
Me heriste lento, jugando a perdernos
Pero no te odio, ya no te gobierno
Aunque me quiebres, yo no te condeno
Tus dobles mensajes ya no los leo
Si me fallaste, no fue mi veneno
No hay resentimiento, solo lo que siento
Te di mi tiempo, mi fe y mi voz
Y vos mis dudas vestidas de amor
Promesas rotas flotando en alcohol
Decías te quiero, sonaba a control
Silencios largos hablando de más
Tus ojos lejos aunque estés acá
Yo me quedaba queriéndote igual
Y vos te ibas sin mirar atrás
No te deseo mal, aunque dolió
Aprendí que soltar también es amor
Tus indirectas más claras que el Sol
Pero tus sueños nunca hablaron de dos
Sé que sos fría, mirada de invierno
Tirás indirectas, disparos eternos
Me heriste lento, jugando a perdernos
Pero no te odio, ya no te gobierno
Aunque me quiebres, yo no te condeno
Tus dobles mensajes ya no los leo
Si me fallaste, no fue mi veneno
No hay resentimiento, solo lo que siento
Me buscás tarde cuando estás sola
Cuando la noche te cobra las horas
Yo ya no compro tu misma historia
Ni tus disculpas llenas de demora
Hablás de mí en versos prestados
Como si el daño fuera compartido
Yo no fui santo, pero fui claro
Nunca jugué a estar confundido
Que seas fría no te hace fuerte
A veces el hielo también se quiebra
Yo sigo vivo, sin mala suerte
Porque el que ama limpio nunca pierde
Sé que sos fría, lo asumí primero
Pero el frío pasa cuando yo me quiero
Me lastimaste, fue verdadero
Pero sin rencor cerré el sendero
Tus indirectas ya no me alcanzan
Mis sueños hoy sí tienen palabras
No hay resentimiento, solo enseñanza
Y amar sin odio también es ganancia
Yeah
Sin rencor
Pero con un brillo interior
Sem Rancor
É-ê
Não guardo rancor, só a verdade
Mesmo que doa, sigo em paz
Sei que você é fria, olhar de inverno
Lança indiretas, tiros eternos
Me feriu devagar, brincando de nos perder
Mas não te odeio, já não sou seu governo
Mesmo que me quebre, eu não te condeno
Suas mensagens duplas já não leio mais
Se me falhou, não foi meu veneno
Não há ressentimento, só o que eu sinto
Te dei meu tempo, minha fé e minha voz
E você minhas dúvidas vestidas de amor
Promessas quebradas flutuando em álcool
Dizia que me amava, soava a controle
Silêncios longos falando demais
Seus olhos longe, mesmo aqui do meu lado
Eu ficava querendo você igual
E você ia embora sem olhar pra trás
Não te desejo mal, mesmo que doeu
Aprendi que soltar também é amor
Suas indiretas mais claras que o Sol
Mas seus sonhos nunca falaram de nós dois
Sei que você é fria, olhar de inverno
Lança indiretas, tiros eternos
Me feriu devagar, brincando de nos perder
Mas não te odeio, já não sou seu governo
Mesmo que me quebre, eu não te condeno
Suas mensagens duplas já não leio mais
Se me falhou, não foi meu veneno
Não há ressentimento, só o que eu sinto
Você me procura tarde quando está sozinha
Quando a noite cobra as horas de você
Eu já não compro sua mesma história
Nem suas desculpas cheias de demora
Fala de mim em versos emprestados
Como se o dano fosse compartilhado
Eu não fui santo, mas fui claro
Nunca brinquei de estar confuso
Ser fria não te faz forte
Às vezes o gelo também se quebra
Eu sigo vivo, sem má sorte
Porque quem ama limpo nunca perde
Sei que você é fria, eu já assumi
Mas o frio passa quando eu me quero
Me machucou, foi verdadeiro
Mas sem rancor fechei o caminho
Suas indiretas já não me alcançam
Meus sonhos hoje sim têm palavras
Não há ressentimento, só ensinamento
E amar sem ódio também é ganho
É-ê
Sem rancor
Mas com um brilho interior
Composição: César López (Pianista Z)