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Despertador da Morte

Piasek

Budzikom œmieræ

No jeszcze nie nikt nie obudzi mnie
w³aœnie przychodzi najlepszy sen
ju¿ jestem w œrodku genialnie cicho jest
telefon dzwoni a mo¿e go zjeœæ
na dworze zima jak nie to leje deszcz
naci¹gnê ko³drê tak lepie to wiem
tu ¿ar tropików i o czymœ jeszcze œniê
wstañ jeœli musisz bo ja chyba nie
i do po³udnia budzikom œmieræ
a po pó³nocy niech dzwoni kto chce
rano trzeba wstaæ rano to jest
tak gdzieœ po pierwszej bo póŸniej ju¿ nie
zdobywam skarb i ca³kiem niez³¹... wiesz
by³aby moja a czujê ¿e gdzieœ
s¹siad z wiertar¹ morderczo skrada siê
to cisza dzienna jest bo ja jeszcze œpiê
i do po³udnia ...
œwiat lepszy jest piêkny jest œwiat
gdy mo¿na spaæ
œpij oczy zmru¿ kotki dwa i
i takie tam
i do po³udnia...

Despertador da Morte

Ainda ninguém me acordou
justo agora vem o melhor sonho
já estou no meio, tá tudo tão silencioso
o telefone toca, ou talvez eu coma ele
lá fora tá frio, se não, tá chovendo
vou puxar o cobertor, sei que é assim
aqui é calor dos trópicos e sonho com mais alguma coisa
levanta se precisar, porque eu acho que não
até meio-dia, despertador da morte
e depois da meia-noite, que toque quem quiser
de manhã tem que levantar, de manhã é assim
mais ou menos uma da tarde, porque depois já era
tô conquistando tesouros e tá bem legal... sabe
seria minha, mas sinto que por aí
um vizinho com uma furadeira se aproxima
é silêncio do dia, porque eu ainda tô dormindo
e até meio-dia...
o mundo é melhor, o mundo é lindo
quando dá pra dormir
fecha os olhos, pisca dois gatinhos e
essas coisas
e até meio-dia...

Composição: