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Voa, Barco

Pierangelo Bertoli

Vola Veliero

Sulle strade bagnate dove s'è persa la via
Un fantasma d'epoca tiene sospesa l'idea
Mentre intanto una vita a nolo non ha meta quale che sia
E può contare solo sulla sua fantasia
Situazioni scontate viste con false ironia
Nuove ondate tragiche, soffiano ancora maree
S'alza piano la luna in cielo ma non sorge solo per me
E nella mente torna un pensiero
Vola veliero sopra il mare, non ti posare mai
Fragile porto di marinai
Fin quando arriverai
Tra le torri di vento e di luci dove noi, torneremo noi
Tra ricordi gelati colmi di malinconia
Spunta un vento d'Africa come inattesa magia
Lentamente vorrei tornare dentro le parole che so
Ma d'improvviso torno a sperare
Vola veliero sopra il mare, non ti posare mai
Fragile porto di marinai
Fin quando arriverai
Tra le torri di vento e di luci dove noi, torneremo noi
E quando il freddo se ne va
Sul fondo dei miei pensieri resta un brivido di novità sui fatti immutabili fino a ieri
Vola veliero…

Voa, Barco

Nas ruas molhadas onde se perdeu o caminho
Um fantasma de época mantém a ideia suspensa
Enquanto isso, uma vida alugada não tem meta, seja qual for
E só pode contar com sua própria fantasia
Situações previsíveis vistas com falsa ironia
Novas ondas trágicas ainda sopram marés
A lua se levanta devagar no céu, mas não surge só pra mim
E na mente volta um pensamento
Voa, barco, sobre o mar, nunca pouse
Frágil porto de marinheiros
Até quando você chegar
Entre torres de vento e luzes onde nós, voltaremos nós
Entre memórias congeladas cheias de melancolia
Surge um vento da África como uma mágica inesperada
Lentamente eu gostaria de voltar às palavras que conheço
Mas de repente volto a esperar
Voa, barco, sobre o mar, nunca pouse
Frágil porto de marinheiros
Até quando você chegar
Entre torres de vento e luzes onde nós, voltaremos nós
E quando o frio se for
No fundo dos meus pensamentos fica um frio de novidade sobre os fatos imutáveis até ontem
Voa, barco…

Composição: