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Os Americanos

Piero

Los Americanos

Ellos nacen ancianos
Y van enniñeciendo
A través de la vida
Los americanos
Y nacen convencidos
Que no hay nadie en el mundo
Que sea mas importante
Que los americanos

Napoleón para ellos
Fue un señor italiano
Que organizo la cosa
Sin americanos
Y están mas que seguros
Que no hubiera perdido
Waterloo con la ayuda
De los americanos

Si conocen historia
No es por haber leído
Si no de haberla visto
En el cine americano
Con grandes escenarios
Y música grandiosa
En el sutil estilo
De los americanos

De mandíbulas grandes
De tanto mascar chiclets
Es muy común el verlos
A los americanos
Luciendo mil colores
Todos menos el negro
Al que no consideran
Del gusto americano

Cuando son mayorcitos
Se visten de turistas
Y salen por el mundo
Los americanos
En viaje organizado
Con romance incluido
A la larga pagado
Por los americanos

Si hay algo que se admira
Donde quiera que vayan
Es la gran elegancia
De los americanos
Con típicos atuendos
Se mezclan con la gente
Y nadie se da cuenta
Que son americanos

Y además siempre compran
Valiosas cosas viejas
Recién envejecidas
Para americanos
Y después en sus casas
Reciben amistades
Que alaban el buen gusto
De los americanos

Y en los clubes nocturnos
Después de algunas copas
Se sienten inspirados
Los americanos
Y es muy común hallarlos
Bailando sin descanso
Derrochando la gracia
De los americanos

Y bien amigos míos
Ya basta por ahora
Les dije lo que pude
De los americanos
Y si los ven
Si los ven, les dan mis respetuosos saludos
A los americanos

Os Americanos

Eles nascem velhos
E vão se tornando crianças
Através da vida
Os americanos
E nascem convencidos
Que não há ninguém no mundo
Que seja mais importante
Que os americanos

Napoleão pra eles
Foi um senhor italiano
Que organizou a parada
Sem americanos
E estão mais que certos
Que não teria perdido
Waterloo com a ajuda
Dos americanos

Se conhecem história
Não é por terem lido
Mas por terem visto
No cinema americano
Com grandes cenários
E música grandiosa
No sutil estilo
Dos americanos

Com mandíbulas grandes
De tanto mascar chiclete
É muito comum vê-los
Os americanos
Exibindo mil cores
Todos menos o preto
Que não consideram
Do gosto americano

Quando ficam mais velhos
Se vestem de turistas
E saem pelo mundo
Os americanos
Em viagem organizada
Com romance incluído
No final, pago
Pelos americanos

Se tem algo que se admira
Onde quer que vão
É a grande elegância
Dos americanos
Com trajes típicos
Se misturam com a galera
E ninguém percebe
Que são americanos

E além disso, sempre compram
Coisas velhas valiosas
Recém envelhecidas
Para americanos
E depois em suas casas
Recebem amigos
Que elogiam o bom gosto
Dos americanos

E nos clubes noturnos
Depois de algumas bebidas
Se sentem inspirados
Os americanos
E é muito comum encontrá-los
Dançando sem parar
Desperdiçando a graça
Dos americanos

E bem, amigos meus
Já chega por agora
Eu disse o que pude
Sobre os americanos
E se os virem
Se os virem, mandem meus respeitos
Aos americanos

Composição: Alberto Cortes