Sumashedshij
Pogret'sia u narisovannoj pechki,
Poslushat' nesushchestvuiushchij golos,
On tikho spoet tebe o khoroshem,
Krasivom, kotorym polon tvoj dom.
A gde on, ty ehto silish'sia vspomnit'
I noch'iu, rozhdaia strannye mysli,
Prikhodish' k uzhe potrepannoj fraze,
Chto luchshe ostavit' vse na potom.
I vstretiv svoe imia na odnoj iz mogil,
Ty s uzhasom pochuvstvuesh', chto ty uzhe byl,
I chto tebe ostanetsia vmesto mechty,
Ukhazhivat' za neiu, polivaia tsvety.
Tot prazdnik, chto ne dostavil mne radost',
Tot vecher, kotoryj vsekh nas postavil na mesto,
Izbavil nas ot vesel'ia,
Kotorym my obladali s utra.
Bezdomnyj, v boiakh poteriannyj kem-to, rassudok
Napominaet mne gorod sozhzhennyj,
Gde vmesto snega shel pepel,
Otkuda ia ubezhal lish' vchera.
I vspomniv svoe imia za odnim iz stolov
Ty s uzhasom pochuvstvuesh', chto ty ne gotov
Ispravit' te oshibki, chto nadelal v puti,
Chto nadelal v puti:
Desaparecido
Na brasa da lareira desenhada,
Ouço uma voz que não existe,
Ela canta suavemente pra você sobre o bom,
Bonito, que enche a sua casa.
E onde ele está, você tenta lembrar
E à noite, gerando pensamentos estranhos,
Você chega à frase já desgastada,
Que é melhor deixar tudo pra depois.
E ao encontrar seu nome em uma das sepulturas,
Você sente com horror que já esteve lá,
E que o que te resta em vez de sonho,
É cuidar dela, regando flores.
Aquela festa que não me trouxe alegria,
Aquela noite que nos colocou em nosso lugar,
Nos livrou da felicidade,
Que tivemos desde a manhã.
Sem-teto, em batalhas perdido por alguém, o juízo
Me lembra uma cidade queimada,
Onde em vez de neve caía cinzas,
De onde eu só escapei ontem.
E ao lembrar seu nome em uma das mesas
Você sente com horror que não está pronto
Para corrigir os erros que cometeu no caminho,
Que cometeu no caminho: