Carneavale
En esta cálida pausa
Donde todo parece nada donde todo empieza de nuevo
Donde el amor y la distancia me distraigo y los tengo
En esta pálida causa
Donde no existe el terrero donde te sangro y te bebo asusto y convierto
Divierto en mi santo ritual injerto mi noche final
En esta áspera almhoada donde duermen las hadas
En esta sátira náusea donde existen las fábulas
Sirvete deste veneno te salgo a buscar en silencio
Arde en la llama cantante la lengua flamante de enero
Sirvete de este desfecho desácelo cuanto antes
Como una luna minguante que pone a hecharse de menos
Librate deste sospecho llenate deste coraje
Sirvete deste veneno sirvete deste mensaje
Librate deste sospecho llenate deste coraje sirvete deste veneno
Carneavale no se cansa de bailar esta canción
Carneavale va mezclando las culturas de cualquier país
Carneavale va sambando en los batuques de su corazón
Carneavale y va cantando en las províncias de su raíz
Caballo de juego presente percibe que está en movimiento
Un aire de latin pulsante la escrita de un santo remédio
Idioma de viejos amantes su guerra su paz su provérbio
Probando en este mismo instante la idea de ponerse hébrio
Un falso momento tajante ensayo una pieza sutil
Salpique de cal y cemento penumbra de un tauro gentil
El ojo de un fiel trovador infame y antíguo motín
Donde todo parece el lío de un huracán el río...
Caballo de fuego de viejos amantes manchado en un falso brilhante
Idioma tajante ensayo un momento
Sirvete deste mensaje sirvete deste consuelo
Carneavale no se cansa de bailar esta canción
Carneavale va mezclando las culturas de cualquier país
Carneavale va sambando en los batuques de su corazón
Carneavale y va cantando en las províncias de su raíz
Samba sadá shiva samba sadá shiva
Samba sadá shiva sambá shiv' ôm hara
Carnaval
Nesta pausa quente
Onde tudo parece nada, onde tudo recomeça
Onde o amor e a distância me distraem e os tenho
Nesta causa pálida
Onde não existe o chão, onde eu sangro e te bebo, assusto e transformo
Divirto no meu ritual sagrado, injerto minha noite final
Nesta almofada áspera onde dormem as fadas
Nesta sátira náusea onde existem as fábulas
Sirva-se deste veneno, vou te buscar em silêncio
Arde na chama cantadora, a língua vibrante de janeiro
Sirva-se deste desfecho, desfaça-o quanto antes
Como uma lua minguante que começa a fazer falta
Liberte-se deste suspeito, encha-se de coragem
Sirva-se deste veneno, sirva-se desta mensagem
Liberte-se deste suspeito, encha-se de coragem, sirva-se deste veneno
Carnaval não se cansa de dançar esta canção
Carnaval vai misturando as culturas de qualquer país
Carnaval vai sambando nos batuques do seu coração
Carnaval e vai cantando nas províncias da sua raiz
Cavalo de jogo presente, percebe que está em movimento
Um ar latino pulsante, a escrita de um santo remédio
Idioma de velhos amantes, sua guerra, sua paz, seu provérbio
Provando neste mesmo instante a ideia de ficar bêbado
Um falso momento cortante, ensaio uma peça sutil
Salpique de cal e cimento, penumbra de um touro gentil
O olho de um fiel trovador, infame e antigo motim
Onde tudo parece a confusão de um furacão, o rio...
Cavalo de fogo de velhos amantes, manchado em um falso brilhante
Idioma cortante, ensaio um momento
Sirva-se desta mensagem, sirva-se deste consolo
Carnaval não se cansa de dançar esta canção
Carnaval vai misturando as culturas de qualquer país
Carnaval vai sambando nos batuques do seu coração
Carnaval e vai cantando nas províncias da sua raiz
Samba sadá shiva, samba sadá shiva
Samba sadá shiva, sambá shiv' ôm hara